Diabetes Gestacional (DMG)

CID-10: O24.9
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Introdução

  • O diabetes mellitus corresponde a um conjunto de condições caracterizadas por hiperglicemia decorrente de deficiência na secreção de insulina, resistência à sua ação ou ambos.

  • Durante a gestação podem ocorrer três cenários distintos:

    • Diabetes mellitus pré-existente (tipo 1 ou tipo 2 já diagnosticado antes da gestação);

    • Diabetes diagnosticado durante a gestação (overt diabetes);

    • Diabetes mellitus gestacional (DMG).

  • O diabetes mellitus gestacional (DMG) corresponde à intolerância aos carboidratos identificada pela primeira vez durante a gestação, com níveis glicêmicos que não atingem critérios diagnósticos de diabetes mellitus fora da gestação.

  • Observações clínicas importantes:

    • Em parte das pacientes, a hiperglicemia persiste após o parto, exigindo investigação posterior.

    • Aproximadamente 1% das mulheres em idade reprodutiva apresentam diabetes prévio.

    • Cerca de 5–10% das gestações evoluem com DMG, com tendência de aumento associada ao crescimento da prevalência de obesidade e síndrome metabólica na população.

Fluxograma

Descrição da imagem: O algoritmo de rastreamento e diagnóstico da hiperglicemia na gestação estabelece fluxos de investigação baseados na idade gestacional ao início do pré-natal, preconizando que gestantes com menos de 20 semanas realizem inicialmente a glicemia de jejum. Nesse estágio precoce, níveis de jejum inferiores a 92 mg/dL indicam a necessidade de realizar o Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) entre a 24ª e 28ª semana, enquanto valores entre 92 e 125 mg/dL firmam o diagnóstico de diabetes gestacional (DMG) e níveis iguais ou superiores a 126 mg/dL diagnosticam diabetes mellitus (DM). Para gestantes que iniciam o pré-natal entre a 20ª e 28ª semana, o TOTG deve ser realizado nesse intervalo, enquanto para aquelas com mais de 28 semanas, o teste deve ser imediato. Os critérios diagnósticos do TOTG para DM são definidos por glicemia de jejum ≥ 126 mg/dL ou 2 horas pós-sobrecarga ≥ 200 mg/dL; já o diagnóstico de DMG é estabelecido por jejum entre 92 e 125 mg/dL, ou 1 hora pós-sobrecarga ≥ 180 mg/dL, ou 2 horas pós-sobrecarga entre 153 e 199 mg/dL. Fonte: Rastreamento e diagnóstico da hiperglicemia na gestação. Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes (2023).

Rastreamento e Diagnóstico

Definição:

  • A diabetes mellitus gestacional (DMG) é caracterizada pela presença de hiperglicemia detectada pela primeira vez durante a gestação, porém com níveis de glicemia que não alcançam os critérios para o diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2).


Quando rastrear?

  • Glicemia de jejum (8h) para todas as gestantes até a 20ª semana de gestação.

  • Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) com 75g entre 24ª-28ª semanas de gestação.


Diagnóstico de diabetes gestacional:

  • Antes da 20ª semana, glicemia de jejum ≥ 92 e ≤ 125 mg/dL, OU

  • Após 24ª semana, TOTG com um dos critérios:

    • Jejum: 92 a 125 mg/dL.

    • 1h: ≥ 180 mg/dL.

    • 2h: 153 a 199 mg/dL.


Diagnóstico de diabetes diagnosticada na gestação (“overt diabetes”):

  • Glicemia de jejum ≥ 126 mg/dL, OU

  • Hemoglobina glicada ≥ 6,5%, OU

  • TOTG com um dos critérios:

    • Jejum: ≥ 126 mg/dL.

    • 2h: ≥ 200 mg/dL.

Fatores de Risco

Os principais fatores de risco são:

  • Idade materna avançada

  • Sobrepeso e obesidade

  • História familiar de diabetes em parentes de primeiro grau

  • Ganho excessivo de peso na gravidez atual

  • Crescimento fetal excessivo

  • Polidrâmnio

  • Hipertensão ou pré-eclâmpsia na gravidez atual

  • Antecedentes obstétricos de abortamentos de repetição

  • Malformações

  • Morte fetal ou neonatal

  • Macrossomia

  • DMG prévio

  • Hemoglobina glicada ≥ 5,7% no primeiro trimestre

  • Presença de condições associadas à resistência à insulina:

    • Acantosis nigricans

    • Obesidade central

    • Hipertrigliceridemia

    • Hipertensão arterial sistêmica

    • Síndrome de ovários policísticos (SOAP)

Complicações Associadas

A hiperglicemia durante a gestação está associada a aumento de risco de complicações maternas e fetais.

  • Complicações maternas

    • Hipertensão gestacional

    • Pré-eclâmpsia

    • Polidrâmnio

    • Infecções urinárias recorrentes

    • Maior taxa de cesarianas

    • Maior risco futuro de diabetes tipo 2

  • Complicações fetais e neonatais

    • Macrossomia fetal

    • Distócia de ombro

    • Hipoglicemia neonatal

    • Policitemia neonatal

    • Hipocalcemia neonatal

    • Restrição de crescimento intrauterino

    • Óbito fetal intrauterino tardio

    • Polidrâmnio

Em casos de diabetes preexistente mal controlado no início da gestação, pode ocorrer aumento do risco de malformações congênitas, especialmente:

  • cardíacas

  • renais

  • síndrome de regressão caudal.

Manejo Geral

Manejo inicial:

  • Terapia não farmacológica com terapia nutricional e mudanças no estilo de vida.

Quando iniciar o tratamento medicamentoso?

  • Deve ser iniciado quando 2 ou mais medidas de glicemia capilar, avaliadas após 7 a 14 dias de terapia não farmacológica, estiverem acima da meta.

  • Também pode ser iniciado se 30% a 50% das medidas estiverem alteradas em um período máximo de uma semana.

Medicamento de primeira escolha?

  • A insulina é a terapia farmacológica de primeira escolha para controle glicêmico na mulher com DMG.

E a metformina?

  • O uso da metformina pode ser indicado nos casos em que não houve controle glicêmico adequado com medidas não farmacológicas, na inviabilidade do uso de insulina.

  • Deve ser considerada a associação de metformina com insulina em paciente que necessitem de altas doses de insulina (> 2 U/kg/dia) sem controle glicêmico adequado ou com ganho excessivo de peso materno ou fetal.

  • Por outro lado, a metformina não deve ser iniciada, ou deve ser suspensa, nos casos em que se observe ao ultrassom baixo peso ou restrição de crescimento fetal.

E outros antidiabéticos orais?

  • O uso de sulfonilureias é contraindicado devido ao aumento de risco de macrossomia e hipoglicemia neonatal.

  • O uso de outras classes de medicamentos antidiabéticos durante a gestação não foi estudado e não há relatos de efeitos teratogênicos associados com esses fármacos.

Automonitoramento da Glicemia

O automonitoramento diário da glicemia capilar deve ser iniciado logo após o diagnóstico do DMG, e deve ser mantido até o parto. 


Gestantes em tratamento não farmacológico devem realizar perfil de 4 pontos:

  • Em jejum

  • 1 hora após café

  • 1 hora após almoço

  • 1 hora após jantar

Gestantes em tratamento farmacológico devem realizar perfil de 6 pontos:

  • Em jejum

  • 1 hora após café

  • Antes do almoço

  • 1 hora após almoço

  • Antes do jantar

  • 1 hora após jantar

Observações:

  • Embora a medida da glicemia 1 hora pós-alimentar detecte mais adequadamente o horário do pico pós-prandial, a medida da glicemia 2 horas após a alimentação é uma alternativa útil à medida de 1 hora, principalmente no monitoramento de gestantes em uso de insulina humana regular.

  • Também deve ser realizada, esporadicamente, a medição entre 2h e 4h da manhã.

  • Em casos de viabilidade financeira e técnica limitadas, pode-se optar pelo monitoramento apenas 3 vezes por semana.

Metas

É recomendado que gestantes com DM ou DMG tenham como alvo-glicêmico, valores de:

  • Glicemias pré-prandiais entre 65-95 mg/dL

  • 1h pós-prandial < 140 mg/dL

  • 2h pós-prandial < 120 mg/dL.


Em mulheres com risco aumentado de hipoglicemia, estes alvos devem ser aumentados para: 
  • Glicemias de jejum de 70-99 mg/dL

  • Glicemias ao deitar, e entre 2-4h da madrugada, entre 80-120 mg/dL.

Não Farmacológico

Dieta:

  • Preferência por alimentos in natura ou minimamente processados.

  • Suspender ingestão de açúcar, doces em geral e alimentos ultraprocessados.

  • Usar adoçantes artificiais não calóricos (aspartame, sacarina,sucralose,stevia).

  • Prescrição inicial: 30kcal/Kg de peso atual, com aumento para 35 kcal/Kg no 3º trimestre (se obesidade, 12-24 kcal/Kg, desde que mantida cetonúria negativa).

  • Composição: 40%de carboidrato (preferir carboidratos complexos), 40%de proteínas, 20% gorduras.

  • Ganho de peso durante a gestação, semelhante à população geral.

Atividade física:

  • Atividade física deve ser mantida ou iniciada, desde que não existam contra-indicações.

  • Exercício moderado, 30 a 40 minutos, 4-5 vezes por semana.

  • A gestante deve ser capaz de realizar o exercício e conversar ao mesmo tempo em que se sente moderadamente cansada durante a sua execução.

  • Manter-se hidratada durante a sua realização e se alimentar antes do seu início, especialmente as usuárias de insulina.

  • Exercícios considerados seguros durante a gestação:

    • Caminhada, natação/ hidroginástica, ciclismo indoor, musculação/exercícios de força, corrida, esportes com raquetes, yoga / pilates, aeróbica de baixo impacto e exercícios ergométricos de membros superiores.

Insulinoterapia

Como iniciar?

  • Dose total inicial: 0,5 U/kg/dia, com ajustes individualizados baseados no automonitoramento diário da glicemia capilar a cada 1 a 2 semanas.

  • Utilizar insulinas humanas NPH e/ou Regular, e análogos de insulina aprovados para uso na gestação.

  • A distribuição das doses da insulina deve ser baseada no perfil obtido no monitoramento diário da glicose.

Distribuição de doses:

  • Comumente é utilizado um regime de múltiplas injeções usando insulinas de ação prolongada ou de ação intermediária em combinação com insulina de ação prandial.

  • No entanto, quando os valores elevados da glicose ocorrem apenas no período pós-prandial de uma determinada refeição, está indicado uso de insulina prandial especificamente nessa refeição.

  • Quando há valores elevados de glicose apenas em jejum, o uso noturno de insulina de ação intermediária (NPH) é o mais adequado.

  • Nesses casos, as doses iniciais podem ser entre 0,1 e 0,2 U/kg/dia.

Ajustes de doses:

  • Devem ser realizados em intervalos curtos, baseados nos valores obtidos na automonitorização da glicose, não devendo ultrapassar duas semanas até a obtenção do controle glicêmico.

  • A partir da 30ª semana da gestação, o seguimento clínico deve ser feito, no mínimo, a cada duas semanas. 

  • É esperado que seja necessário um aumento progressivo da dose de insulina, entre a 28ª e 32ª semana de idade gestacional.

Insulinização

  • A dose total inicial de insulina é de 0,5 U/kg/dia, podendo ser reduzida para 0,1 e 0,2 U/kg/dia em casos mais leves.

  • Quando os valores elevados da glicose ocorrem apenas no período pós-prandial de uma determinada refeição, está indicado uso de insulina prandial especificamente nessa refeição:

    • Insulina Regular

      • Aplicar 4 a 10 UI SC, 30 min antes da refeição.

      • Aplicar 2 UI p/cada 50 mg/dL da glicemia acima da meta desejada (metas descritas acima).

  • Quando há valores elevados de glicose apenas em jejum, o uso noturno de insulina de ação intermediária (NPH) é o mais adequado:

  • Quando há valores elevados de glicose na maior parte do dia, deve se considerar um regime de doses múltiplas:

    • Insulina NPH - 0,5 U/kg/dia (2/4 manhã + 1/4 almoço + 1/4 noite)

      • 70kg: Aplicar 17 UI SC ao acordar, 8 UI após almoço e 8 UI antes de dormir.

    • Insulina Regular - 4 a 10 UI por refeição

      • Aplicar 4 a 10 UI SC, 30 min antes do café, almoço e janta.

  • Ajustes:

    • Ajustar 2 a 4 UI, a cada 3 dias (é possível considerar ajustes mais agressivos em pacientes resistentes insulínicos e obesos).

Descrição da imagem: A tabela apresenta a estratificação de risco para o uso de insulinas e análogos durante a gestação, categorizando as diferentes apresentações farmacológicas segundo o grau de evidência de segurança materno-fetal. Na categoria de risco A, que denota maior evidência de segurança, estão listadas as insulinas Aspart, Fast-Aspart, Detemir (com a observação de que não está mais disponível) e Degludeca. A categoria de risco B, aplicada a fármacos em que estudos em animais não demonstraram risco fetal ou sem dados controlados suficientes em humanos, contempla a Insulina Regular (R), a Lispro, a NPH e as formulações bifásicas Lispro Mix 75/25 e 50/50. Por sua vez, a categoria de risco C, em que o risco não pode ser excluído e a prescrição deve ser criteriosamente individualizada conforme a relação benefício-risco, inclui a insulina inalada, a Glulisina, a Glargina (e seus biossimilares), a Glargina U300 e a pré-mistura Aspart Mix 70/30. Fonte: Resolução RDC Nº 60, de 17 dezembro de 2010, do Ministério da Saúde/Anvisa. Tratamento farmacológico do diabetes na gestação. Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes (2023).

Metformina

Quando indicar?

  • Como alternativa à insulina:

    • Falta de adesão à insulinoterapia

    • Não acessibilidade à insulina

    • Dificuldade na auto administração da insulina

    • Estresse em níveis exacerbados decorrentes do uso de insulina

    • Restrição alimentar excessiva da gestante para evitar o uso da insulina

  • Em associação à insulina:

    • Doses elevadas de insulina (> 2 U/kg/dia) sem controle glicêmico adequado

    • Ganho de peso materno excessivo

    • Ganho de peso fetal excessivo


Quando contraindicar?
  • Fetos abaixo do percentil 50

  • Presença de crescimento intrauterino restrito

  • Doença renal com TFG < 30 ml/min

  • Condições que aumentem o risco de acidose lática (insuficiência cardíaca congestiva, doença hepática grave, infecção grave, intoxicação alcoólica aguda, alcoolismo).


Metformina (Glifage®) comp. 500mg ou 850mg ou 1.000mg
  • Dose: 500 a 2.500 mg/dia.

  • Frequência: 2 a 3 vezes ao dia.


Metformina (Glifage XR®) comp. 500mg ou 750mg ou 850mg ou 1.000mg
  • Dose: 500 a 2.500 mg/dia.

  • Frequência: 1 a 3 vezes ao dia.


Considerações:
  • Por causa da livre passagem de metformina para o sangue fetal, considera-se que este fármaco não deve ser iniciado, ou deve ser suspenso, nos casos em que se observe ao ultrassom baixo peso ou restrição de crescimento fetal.

Seguimento

  • Exames laboratoriais adicionais:

    • Rastreamento de bacteriúria assintomática bimestral;

    • Ultrassonografias obstétricas a cada 4 semanas a partir do final do 2º trimestre;

    • Ecocardiograma fetal se overt diabetes com HbA1c > 6,5%;

    • Avaliação de lesão em órgãos-alvo maternos se DM prévio há mais de 5 anos.


  • Vitalidade fetal:

    • Mobilograma no 3º trimestre: procurar pronto socorro se redução da movimentação fetal habitual.

    • Cardiotocografia anteparto semanal:

      • Se terapia farmacológica: a partir de 34 semanas.

      • Se terapia não farmacológica: a partir de 38 semanas.

Uso de Corticoide

  • Se houver necessidade de uso de corticoide, por qualquer motivo, optar por realização em ambiente de internação hospitalar, com controle glicêmico.

  • Aumentar a dose da insulina e intensificar o monitoramento da glicose por até 72 horas após a última dose do corticoide.

Interrupção da Gestação

  • Via de parto: indicação obstétrica.

  • Meta para resolução da gestação:

    • 40 semanas se tratamento não farmacológico adequado.

    • 39 semanas de tratamento farmacológico adequado.

    • 37 semanas / individualizar se controle inadequado ou polidrâmnio.

Cuidados Periparto

  • Cesárea Eletiva: 

    • Programar preferencialmente pela manhã.

    • Na véspera: manter a dose habitual de insulina, suspender metformina.

    • Jejum de 2h líquidos sem resíduo, 8h sólidos.

    • NPH da manhã: ⅓ da dose.

    • Suspender insulina regular habitual.

  • Se jejum:

    • Infusão de SG 5% IV 20 gotas/min.

    • Glicemia capilar de 2/2 horas, alvo: 70-150 mg/dL.

    • Corrigir hipoglicemias e hiperglicemias.

  • Indução do parto / condução do trabalho de parto:

    • Administrar NPH da manhã: ⅓ da dose.

    • Insulina Regular: manter enquanto paciente estiver se alimentando.

    • Manter dieta leve para diabetes. Evitar jejum prolongado.

Cuidados Pós-parto

  • Dieta geral.

  • Avaliar e considerar a suspensão de tratamentos iniciados durante a gestação.

  • Nas puérperas que receberam insulina durante a gestação: controle de dextro com 4 aferições por 24h (jejum e 2h pós prandial) para rastrear hiperglicemia > 200mg/dL.

    • Se presente, confirmar com coleta de glicemia sérica.

  • Na alta: reforçar medidas de mudanças do estilo de vida como profilaxia de complicações maternas de longo prazo.

  • Reavaliar e reclassificar com curva glicêmica 75g (jejum e 2h) 6-8 semanas após o parto.

Referências

[1] AMERICAN DIABETES ASSOCIATION. Standards of Care in Diabetes – 2025. Diabetes Care, v. 48, 2025.

[2] GUSSO, G.; LOPES, J. M. C. Tratado de medicina de família e comunidade. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019.

[3] MOON, J. H.; JANG, H. C. Gestational diabetes mellitus: diagnostic approaches and maternal-offspring complications. Diabetes & Metabolism Journal, v. 46, n. 1, 2022.

[4] MONTENEGRO, C. A. B.; BRAGA, A.; REZENDE FILHO, J. Rezende obstetrícia fundamental. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.

[5] VOUNZOULAKI, E. et al. Progression to type 2 diabetes in women with a known history of gestational diabetes: systematic review and meta-analysis. BMJ, v. 369, 2020.

[6] Zajdenverg L, Dualib P, Façanha C, Goldbert A, Negrato C, Forti A, Bertoluci M. Tratamento farmacológico do diabetes na gestação. Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes (2023). DOI: 10.29327/557753.2022-13, ISBN: 978-85-5722-906-8.

Autoria e Curadoria

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