Episclerite e Esclerite (Adulto e Criança)
CID-10: H15.1 Episclerite
CID-10: H15.0 Esclerite
Introdução
Episclerite é a inflamação da episclera, a camada fina entre a conjuntiva e a esclera, em um ou nos dois olhos [1]. É autolimitada, dura de 2 a 21 dias e não ameaça a visão [1][3]. Predomina em mulheres jovens e de meia-idade e é rara na criança [1]. A maioria dos casos é idiopática, mas 26% a 36% dos pacientes têm doença sistêmica associada, e cerca de 30% recorrem [1].
Esclerite é a inflamação grave da esclera, com risco para a visão [2]. A forma anterior (difusa, nodular ou necrosante) responde por 98% dos casos; a posterior é rara e pode cursar com pouca dor ou vermelhidão [2]. Cerca de metade dos pacientes tem doença autoimune, sobretudo artrite reumatoide e vasculites, e a esclerite pode ser a primeira manifestação [2]. A esclerite infecciosa responde por 5% a 10% dos casos, em geral após cirurgia ocular ou trauma [2]. Acomete sobretudo adultos de 47 a 60 anos, com predomínio feminino [2].
🔑 Pontos-chave:
Olho vermelho com dor profunda e intensa, que piora à noite, ou com baixa visual: considerar esclerite até prova em contrário e encaminhar [2]
Esclerite necrosante ou posterior: encaminhamento de emergência; anterior não necrosante (leve a moderada): AINE oral e encaminhamento urgente [4]
Esclerite após cirurgia ocular ou trauma, ou que piora com corticoide: suspeitar de infecção [2]
Olho vermelho doloroso com possibilidade de infecção: não iniciar nem manter corticoide tópico ou sistêmico sem avaliação oftalmológica [2]
Episclerite: vermelhidão localizada, desconforto leve, sem secreção e com visão normal; melhora sozinha em até 3 semanas [1][5]
Ibuprofeno: no máximo 400 mg por tomada e 1.200 mg/dia [7]
Esclerite pode ser a primeira manifestação de doença autoimune: investigar desde a apresentação [2]
🎯 Fluxograma de manejo
![O fluxograma organiza a conduta inicial no olho vermelho com suspeita de episclerite ou esclerite. Começa no olho vermelho com dor ou desconforto, sem secreção. A primeira pergunta é se há qualquer um destes: dor profunda e intensa, pior à noite; dor ao mover o olho; baixa visual; vermelhidão violácea. Se sim, a pergunta seguinte é se há suspeita de esclerite necrosante ou posterior. Se sim, encaminhamento de emergência, apenas com analgesia. Se não, trata-se de esclerite anterior não necrosante, leve a moderada: ibuprofeno VO (400 mg até 3 vezes ao dia), se não houver contraindicação; com contraindicação a AINE, paracetamol VO; conferir em Anti-inflamatório oral; em seguida, encaminhar com urgência ao oftalmologista. Na primeira pergunta, se não, trata-se de provável episclerite: tranquilizar, compressa fria, lágrima artificial por via oftálmica e, para a dor, ibuprofeno VO (400 mg até 3 vezes ao dia); conferir em Conduta. Depois, a pergunta é se há qualquer um destes: quadro persistente; recorrente; sintomas de doença sistêmica; sintomas que exigem tratamento além do suporte. Se sim, encaminhar ao oftalmologista. Se não, alta, com retorno se os sintomas persistirem. Abreviações: AINE, anti-inflamatório não esteroide; VO, via oral. Fonte: referências [1], [2], [3], [4], [7], [8] e [9] do artigo.](https://assets.gpmed.app/treatments/1793139018574_07efae99.png)
Sinais de alarme e encaminhamento
Suspeita de esclerite (quadro em "Diagnóstico") [4]:
Suspeita de forma necrosante ou posterior: encaminhamento de emergência, com aviso ao serviço de destino
Anterior não necrosante (leve a moderada): iniciar AINE oral, se não houver contraindicação, e encaminhar com urgência
Esclerite após cirurgia ocular ou trauma, ou que piora com corticoide: avaliação urgente por suspeita de infecção [2]
Episclerite:
NHS Scotland [3]:
Manejo na atenção primária
Encaminhar ao oftalmologista se persistente, recorrente ou com sintomas de doença sistêmica
SESA-ES [6]:
Todo olho vermelho, agudo ou crônico, vai para avaliação oftalmológica
Indicação de corticoide tópico: encaminhar ao oftalmologista, que neste protocolo tem a indicação reservada
A via de encaminhamento eletivo depende da regulação local
Suspeita de doença autoimune ou vasculite: reumatologista [1][2]
Diagnóstico
Episclerite [1][5]:
Vermelhidão localizada (setorial) ou difusa; às vezes um nódulo
Desconforto leve ou dor leve à palpação
Sem secreção, sem fotofobia e com visão normal
Difere da conjuntivite pela vermelhidão localizada e pela ausência de secreção
Esclerite: considerar até prova em contrário, se qualquer um [1][2]:
Dor moderada a intensa, profunda, pior à noite, que pode irradiar para a fronte, a têmpora, a mandíbula ou o ouvido
Dor ao movimentar o olho
Vermelhidão azul-violácea, mais visível à luz do dia
Baixa visual; na forma posterior, com ou sem dor
Também pode haver fotofobia e lacrimejamento
Teste da fenilefrina 2,5%: os vasos clareiam em 10 a 15 minutos na episclerite, mas não na esclerite [1][2]
História dirigida [1][2]:
Dor ou fraqueza articular, lesões de pele, psoríase, diarreia, úlceras orais ou genitais
Possibilidade de infecção sexualmente transmissível
Cirurgia ocular ou trauma
Uso de bisfosfonato ou de inibidor de checkpoint imunológico
Diagnóstico diferencial [1][3]:
Conjuntivite: secreção, prurido ou ardor, edema palpebral
Uveíte anterior: vermelhidão concentrada ao redor da córnea
Pingueculite: inflamação sobre uma pinguécula
Ceratoconjuntivite flictenular: vermelhidão setorial, em geral com blefarite
Exames:
Episclerite: só se a revisão de sistemas sugerir doença sistêmica [1]
Esclerite: investigação de doença autoimune desde a apresentação, conduzida pelo oftalmologista e pelo reumatologista [2]
Conduta
Episclerite [1][3]:
Tranquilizar: autolimitada e sem risco para a visão [3]
Assintomática: sem tratamento [3]
Compressa fria [3]
Lágrima artificial durante o dia, com ou sem pomada lubrificante sem medicamento ao deitar; conferir em "Lágrima artificial" [1][3]
Dor: AINE oral; conferir em "Anti-inflamatório oral" [1][3]
AINE tópico: o benefício não supera os riscos [1]
Orientar retorno se os sintomas persistirem [3]
Sintomas que exigem tratamento além do suporte:
StatPearls [1]:
Corticoide tópico leve: fluorometolona 0,1% ou loteprednol 0,5%, 4 vezes ao dia por 1 a 2 semanas, com redução gradual; conferir em "Corticoide tópico"
Reavaliar a pressão intraocular e a resposta em 1 a 2 semanas
AINE oral como alternativa ao corticoide tópico
Neste protocolo, o corticoide tópico tem indicação reservada ao oftalmologista: encaminhar para essa avaliação
Esclerite [2][4]:
Óculos escuros para a fotofobia [4]
Anterior não necrosante (leve a moderada): AINE oral, se não houver contraindicação, e encaminhamento urgente; conferir em "Anti-inflamatório oral" [4]
Necrosante ou posterior: apenas analgesia na atenção primária e encaminhamento de emergência [4]
Contraindicação a AINE: paracetamol [4]; conferir o protocolo Manejo da Dor no Adulto
Possibilidade de infecção: não iniciar nem manter corticoide tópico ou sistêmico sem avaliação oftalmológica [2]
No serviço de oftalmologia [2][4]:
Exclusão de infecção antes de qualquer imunossupressão
AINE oral, corticoide e, nos casos refratários, imunossupressor
Investigação de doença sistêmica
Lágrima artificial
Indicação: episclerite com sintomas [1][3]
Esquemas [1][3][8][9][11]:
Carmelose Sódica (colírio) (Fresh Tears®) sol. oft. 0,5% (frasco 5, 10 ou 15 mL)
1 a 2 gotas no olho afetado, pelo menos 4 vezes ao dia
Administração: via oftálmica; não encostar a ponta do frasco nos olhos, nos dedos ou em outras superfícies; manter fechado após o uso
Dextrana 70 + hipromelose (Lacrima Plus®) sol. oft. 0,1% + 0,3% (frasco 15 mL)
1 a 2 gotas no olho afetado, pelo menos 4 vezes ao dia
Administração: via oftálmica, no saco conjuntival; não encostar a ponta do frasco nos olhos
Carbômer (Vidisic® Gel) gel oft. 2 mg/g (tubo 10 g)
1 gota no saco conjuntival, 3 a 5 vezes ao dia
Administração: via oftálmica; segurar o tubo na vertical para formar a gota; fechar o tubo logo após o uso; não usar por mais de 1 mês após aberto
Considerações:
Carmelose (Fresh Tears®): uso adulto; dextrana 70 + hipromelose (Lacrima Plus®): uso adulto e pediátrico [8][9]
Carbômer (Vidisic® Gel): na criança, só após consulta com o oftalmologista [11]
Corticoide tópico
Indicação: episclerite com sintomas que exigem tratamento além do suporte [1]
Esquemas [1][12][13]:
Fluorometolona (Flumex®) susp. oft. 1 mg/mL (0,1%) (frasco 10 mL)
1 a 2 gotas no saco conjuntival, 4 vezes ao dia, por 1 a 2 semanas, com redução gradual
Administração: via oftálmica; agitar antes de usar; não encostar a ponta do frasco nos olhos; manter fechado após o uso
Loteprednol (Loteprol®) susp. oft. 5 mg/mL (0,5%) (frasco 5 mL)
1 a 2 gotas no saco conjuntival, 4 vezes ao dia, por 1 a 2 semanas, com redução gradual
Administração: via oftálmica; agitar antes de usar
Considerações:
Indicação reservada ao oftalmologista neste protocolo
Reavaliar a pressão intraocular e a resposta em 1 a 2 semanas [1]
Contraindicados na ceratite por herpes simples e em outras doenças virais da córnea e da conjuntiva, nas doenças fúngicas e nas infecções por micobactérias [12][13]
Uso adulto [12][13]
Anti-inflamatório oral
Indicação [1][2][3][4]:
Episclerite com dor ou como alternativa ao corticoide tópico
Esclerite anterior não necrosante, antes do encaminhamento urgente
Esquemas [1][2][3][4][7][14][15][16]:
Ibuprofeno (Dalsy®) comp. rev. 400 mg
400 mg até 3 vezes ao dia, com intervalo de 4 a 6 horas
Dose máxima: 1.200 mg/dia
Administração: via oral, com bastante líquido; engolir inteiro, sem mastigar, quebrar ou esmagar; com alimento se houver estômago sensível
Ibuprofeno (Dalsy®) susp. oral 20 mg/mL (frasco 100 mL, com seringa dosadora)
Criança a partir de 6 meses: 20 a 30 mg/kg/dia, em doses divididas, com intervalo mínimo de 4 horas:
7 a 10 kg (6 a 12 meses): 2,5 mL (50 mg) 3 vezes ao dia; máximo de 150 mg/dia
10 a 14,5 kg (1 a 2 anos): 2,5 mL (50 mg) 3 a 4 vezes ao dia; máximo de 200 mg/dia
14,5 a 25 kg (3 a 7 anos): 5 mL (100 mg) 3 a 4 vezes ao dia; máximo de 400 mg/dia
25 a 40 kg (8 a 12 anos): 10 mL (200 mg) 3 a 4 vezes ao dia; máximo de 800 mg/dia
Administração: via oral, com a seringa dosadora; com alimento se houver estômago sensível
Naproxeno comp. rev. 550 mg (equivale a 500 mg de naproxeno)
Episclerite: 1 comprimido 2 vezes ao dia, por até 2 semanas
Esclerite: 1 comprimido 2 vezes ao dia
Administração: via oral, com um pouco de água, sem mastigar; em jejum ou com alimentos
Indometacina (Indocid®) cáps. 50 mg
Esclerite: 50 mg 3 vezes ao dia
Administração: via oral, com alimentos, leite ou antiácido
Protetor gástrico:
Omeprazol cáps. 20 mg
20 mg uma vez ao dia, durante o uso do AINE oral
Administração: via oral, antes do café da manhã; engolir inteira, sem mastigar
Considerações:
Ibuprofeno contraindicado se qualquer um [7]:
Reação a ácido acetilsalicílico ou a outro AINE (asma, rinite, angioedema, urticária)
Úlcera péptica ativa ou sangramento gastrointestinal recorrente
Sangramento ou perfuração gastrointestinal com AINE prévio
Tendência a sangramento
Insuficiência renal grave (TFG abaixo de 30 mL/min), hepática grave ou cardíaca grave
Desidratação grave
Terceiro trimestre de gravidez
Ibuprofeno, primeiro e segundo trimestres de gravidez: só se claramente necessário [7]
Suspeita de dengue: não usar AINE [17]
AINE oral no idoso ou com comorbidades: usar com cautela [4][7]
AINE oral: risco de úlcera gástrica; associar protetor gástrico, como omeprazol [1]
Esclerite: começar com um AINE e trocar de agente se a resposta for insuficiente [2]
Naproxeno: a fonte também admite 250 mg 2 vezes ao dia na episclerite [1]
Naproxeno contraindicado se qualquer um [14]:
Asma, urticária ou reação alérgica a ácido acetilsalicílico ou a outro AINE
Sangramento ou perfuração gastrointestinal com AINE prévio
Úlcera péptica ou hemorragia recorrente
Insuficiência cardíaca grave
Suspeita de dengue
Lactação
Naproxeno: na gravidez (categoria D), só se estritamente necessário, sobretudo no primeiro e no terceiro trimestres; insuficiência renal, hepática ou cardíaca grave: cautela e redução da dose; abaixo de 12 anos, só com prescrição [14]
Indometacina contraindicada se qualquer um [15]:
Asma, urticária ou rinite desencadeadas por ácido acetilsalicílico ou outro AINE
Doença péptica ativa ou úlcera gastrointestinal recorrente
Indometacina: não recomendada na gestação, na lactação e abaixo de 2 anos; no terceiro trimestre, AINE pode causar fechamento do ducto arterioso e insuficiência renal fetal com oligodrâmnio; monitorar a função renal na disfunção renal [15]
Ibuprofeno: comprimido de 400 mg não usar abaixo de 12 anos; suspensão não usar abaixo de 6 meses ou de 5 kg [7]
💊 Como prescrever?
Lágrima artificial [1][8]:
Carmelose Sódica (colírio) (Fresh Tears®) sol. oft. 0,5% (frasco 5, 10 ou 15 mL)
1 a 2 gotas no olho afetado, pelo menos 4 vezes ao dia
Administração: via oftálmica; não encostar a ponta do frasco nos olhos, nos dedos ou em outras superfícies; manter fechado após o uso
Dextrana 70 + hipromelose (Lacrima Plus®) sol. oft. 0,1% + 0,3% (frasco 15 mL)
1 a 2 gotas no olho afetado, pelo menos 4 vezes ao dia
Administração: via oftálmica, no saco conjuntival; não encostar a ponta do frasco nos olhos
Carbômer (Vidisic® Gel) gel oft. 2 mg/g (tubo 10 g)
1 gota no saco conjuntival, 3 a 5 vezes ao dia
Administração: via oftálmica; segurar o tubo na vertical para formar a gota; fechar o tubo logo após o uso; não usar por mais de 1 mês após aberto
Ibuprofeno [4][7]:
Ibuprofeno (Dalsy®) comp. rev. 400 mg
400 mg até 3 vezes ao dia, com intervalo de 4 a 6 horas
Dose máxima: 1.200 mg/dia
Administração: via oral, com bastante líquido; engolir inteiro, sem mastigar, quebrar ou esmagar; com alimento se houver estômago sensível
Ibuprofeno (Dalsy®) susp. oral 20 mg/mL (frasco 100 mL, com seringa dosadora)
Criança a partir de 6 meses: 20 a 30 mg/kg/dia, em doses divididas, com intervalo mínimo de 4 horas:
7 a 10 kg (6 a 12 meses): 2,5 mL (50 mg) 3 vezes ao dia; máximo de 150 mg/dia
10 a 14,5 kg (1 a 2 anos): 2,5 mL (50 mg) 3 a 4 vezes ao dia; máximo de 200 mg/dia
14,5 a 25 kg (3 a 7 anos): 5 mL (100 mg) 3 a 4 vezes ao dia; máximo de 400 mg/dia
25 a 40 kg (8 a 12 anos): 10 mL (200 mg) 3 a 4 vezes ao dia; máximo de 800 mg/dia
Administração: via oral, com a seringa dosadora; com alimento se houver estômago sensível
Naproxeno sódico [1][14]:
Naproxeno comp. rev. 550 mg (equivale a 500 mg de naproxeno)
Episclerite: 1 comprimido 2 vezes ao dia, por até 2 semanas
Esclerite: 1 comprimido 2 vezes ao dia
Administração: via oral, com um pouco de água, sem mastigar; em jejum ou com alimentos
Indometacina [2][15]:
Indometacina (Indocid®) cáps. 50 mg
Esclerite: 50 mg 3 vezes ao dia
Administração: via oral, com alimentos, leite ou antiácido
Omeprazol [1][16]:
Omeprazol cáps. 20 mg
20 mg uma vez ao dia, durante o uso do AINE oral
Administração: via oral, antes do café da manhã; engolir inteira, sem mastigar
Corticoide tópico [1][12]:
Fluorometolona (Flumex®) susp. oft. 1 mg/mL (0,1%) (frasco 10 mL)
1 a 2 gotas no saco conjuntival, 4 vezes ao dia, por 1 a 2 semanas, com redução gradual
Administração: via oftálmica; agitar antes de usar; não encostar a ponta do frasco nos olhos; manter fechado após o uso
Loteprednol (Loteprol®) susp. oft. 5 mg/mL (0,5%) (frasco 5 mL)
1 a 2 gotas no saco conjuntival, 4 vezes ao dia, por 1 a 2 semanas, com redução gradual
Administração: via oftálmica; agitar antes de usar
Particularidades na criança
Episclerite: rara na criança [1]
Esclerite: rara; a forma posterior é proporcionalmente mais comum que no adulto; investigar causas infecciosas e reumatológicas desde a apresentação [2]
SESA-ES: todo olho vermelho, agudo ou crônico, vai para avaliação oftalmológica [6]
Ibuprofeno: comprimido de 400 mg só acima de 12 anos; abaixo disso, suspensão oral a partir de 6 meses; conferir em "Anti-inflamatório oral" [7]
Referências
[1] SCHONBERG, Stacy; STOKKERMANS, Thomas J. Episcleritis. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2023. Atualizado em 7 ago. 2023. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK534796/. Acesso em: 23 out. 2026.
[2] LAGINA, Amy; TRIPATHY, Koushik. Scleritis. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026. Atualizado em 14 set. 2026. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK499944/. Acesso em: 23 out. 2026.
[3] NHS SCOTLAND. Eyecare Guidelines. 4.1 Episcleritis. Revisão em 19 dez. 2025. Disponível em: https://www.eyes.nhs.scot/eyecare-guidelines/section-4-scleraepisclera/41-episcleritis/. Acesso em: 23 out. 2026.
[4] NHS SCOTLAND. Eyecare Guidelines. 4.3 Scleritis. Revisão em 7 set. 2026. Disponível em: https://www.eyes.nhs.scot/eyecare-guidelines/section-4-scleraepisclera/43-scleritis/. Acesso em: 23 out. 2026.
[5] BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea: queixas mais comuns na Atenção Básica. Cadernos de Atenção Básica, n. 28, v. II. 1. ed., 1. reimpr. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. Cap. 2.22, Urgências oftalmológicas: "olho vermelho". Disponível em: https://sites.usp.br/guiacseb/wp-content/uploads/sites/943/2023/02/caderno28.pdf.
[6] ESPÍRITO SANTO. Secretaria de Estado da Saúde. Protocolo de Oftalmologia: Autorregulação Formativa Territorial. Vitória, 2021. Disponível em: https://saude.es.gov.br/Media/sesa/Publicações%20em%20PDF/ARFT%20Oftalmologia%20site.pdf.
[7] ABBOTT LABORATÓRIOS DO BRASIL. Dalsy® (ibuprofeno): comprimidos revestidos 400 mg e suspensão oral 20 mg/mL. Bula para o profissional de saúde. Aprovada pela Anvisa em 10/11/2016.
[8] ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS. Fresh Tears® (carmelose sódica): solução oftálmica 5 mg/mL. Bula para o profissional de saúde.
[9] NOVARTIS BIOCIÊNCIAS. Lacrima® Plus (dextrana 70 + hipromelose): solução oftálmica 1,0 mg/mL + 3,0 mg/mL. Bula para o profissional de saúde. Aprovada pela Anvisa em 01/09/2021.
[10] ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, 10ª revisão (CID-10). Capítulo VII: Doenças do olho e anexos (H00-H59). Versão em português, DATASUS.
[11] BL INDÚSTRIA ÓTICA. Vidisic® Gel (carbômer): gel oftálmico 2 mg/g. Bula para o profissional de saúde. Aprovada pela Anvisa em 05/05/2017.
[12] ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS. Flumex® (fluormetolona): suspensão oftálmica 1 mg/mL. Bula para o profissional de saúde. Histórico de alteração até 29/07/2014.
[13] BL INDÚSTRIA ÓTICA. Loteprol (etabonato de loteprednol): suspensão oftálmica 5 mg/mL. Bula para o profissional de saúde. Aprovada pela Anvisa em 29/12/2025.
[14] EUROFARMA LABORATÓRIOS. Naproxeno sódico: comprimido revestido 550 mg. Bula para o profissional de saúde.
[15] ASPEN PHARMA. Indocid® (indometacina): cápsulas 25 mg e 50 mg. Bula para o profissional de saúde.
[16] GEOLAB INDÚSTRIA FARMACÊUTICA. Omeprazol: cápsula dura 20 mg. Bula para o profissional de saúde. Versão 02, nov. 2022.
[17] BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança. 6. ed. Brasília, 2024. Disponível em: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/wp-content/uploads/2024/02/dengue-manejo-clinico.pdf. Acesso em: 27 out. 2026.
Autoria e Curadoria
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