Ceratite por Radiação Ultravioleta (Adulto e Criança)

CID-10: H16.1 Outras ceratites superficiais sem conjuntivite

Introdução

  • Ceratite por radiação ultravioleta (fotoceratite) é a lesão da superfície da córnea causada por exposição à radiação ultravioleta [2]. Também é chamada de queimadura por ultravioleta, olho de soldador (arc eye) e cegueira da neve [1].

  • As causas mais associadas são o arco de solda elétrica, a câmara de bronzeamento artificial, os ambientes de grande altitude e, ocasionalmente, o eclipse solar [2]. É autolimitada: os sintomas costumam ceder em 24 a 48 horas, embora borramento leve e fotofobia possam durar até uma semana ou mais [1]; o epitélio da córnea costuma se regenerar em 48 a 60 horas [3].

🔑 Pontos-chave:

  • Colírio anestésico nunca é prescrito para uso em casa: o uso prolongado pode causar opacificação permanente da córnea, com perda da visão [1][5]

  • Dor ocular após solda elétrica sem máscara de proteção sugere o diagnóstico; a história de exposição costuma esclarecer a causa [1][2]

  • Antes de fechar o diagnóstico, considerar corpo estranho na córnea ou sob a pálpebra superior, ceratoconjuntivite viral, ceratite tóxica, uso excessivo de lente de contato e olho seco [1]

  • Sem melhora em 24 horas: seguimento com o oftalmologista [2]

  • Cicloplégico: atropina contraindicada no glaucoma e na hipertensão ocular; ciclopentolato contraindicado no glaucoma de ângulo estreito [8][9]

  • Sem lente de contato até a cicatrização completa do epitélio [1]

  • Prevenção: proteção ocular contra a radiação ultravioleta, como máscara de solda e óculos de sol [1][2]

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🎯 Fluxograma de manejo

O fluxograma organiza o atendimento inicial do adulto e da criança com suspeita de ceratite por radiação ultravioleta. Começa na dor ocular intensa, no lacrimejamento ou na baixa visual após exposição à radiação ultravioleta: solda sem máscara, câmara de bronzeamento, grande altitude ou eclipse solar. Em seguida: acuidade visual, inspeção com lanterna e fluoresceína com lanterna; colírio anestésico apenas para facilitar o exame; conferir em Diagnóstico. A decisão pergunta se há qualquer um destes: fluoresceína indisponível, suspeita de perfuração do globo ou suspeita de outro diagnóstico (corpo estranho, ceratoconjuntivite viral, ceratite tóxica, uso excessivo de lente de contato, olho seco). No Sim: encaminhar ao oftalmologista e conferir os protocolos Corpo estranho ocular e abrasão de córnea, Ceratite e úlcera de córnea e Conjuntivite; conferir em Sinais de alarme e encaminhamento. No Não: orientar a evitar nova exposição, compressa fria, óculos escuros, repouso com os olhos fechados e sem lente de contato até cicatrizar; analgésico por via oral; conferir em Conduta. Daí o fluxo se abre em dois esquemas, um por fonte. Ministério da Saúde: proximetacaína por via oftálmica, 1 gota, no serviço; pomada de retinol, aminoácidos, metionina e cloranfenicol por via oftálmica, e oclusão do olho; na dor muito intensa, no adulto, atropina 1% por via oftálmica, 1 gota antes da oclusão, com ícone de alerta; na criança, conferir em Particularidades na criança; conferir em Conduta. NHS Scotland: lubrificante sem conservante por via oftálmica; na dor intensa por espasmo ciliar, ciclopentolato 1% por via oftálmica, 1 gota até 3 vezes ao dia, com ícone de alerta; no defeito epitelial grande, cloranfenicol por via oftálmica; conferir em Conduta. Os dois esquemas convergem para: reavaliar em 24 horas e, sem melhora, oftalmologista. A mesma caixa traz a conduta da SESA-ES: colírio anestésico; oclusão com pomada de antibiótico e corticoide por via oftálmica, dexametasona com neomicina e polimixina B no adulto e tobramicina com dexametasona a partir de 2 anos, ambas com ícone de alerta; encaminhar para avaliação oftalmológica, na urgência; conferir em Sinais de alarme e encaminhamento. Um quadro com o ícone de alerta diz: Antes de prescrever, confira cuidados e contraindicações referentes a esse medicamento. Abreviações: VO, via oral. Fonte: referências 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9, 13 e 14 do artigo.

Sinais de alarme e encaminhamento

  • Encaminhamento:

    • SESA-ES [4]:

      • Queimadura por solda elétrica: encaminhar para avaliação oftalmológica, no serviço de urgência e emergência

    • Ministério da Saúde [3]:

      • Sem colírio anestésico, pomada antibiótica nem atropina disponíveis: ocluir o olho afetado e encaminhar imediatamente ao oftalmologista

      • Sem fluoresceína para o exame: encaminhar ao oftalmologista

    • StatPearls [2]:

      • Sintomas que não cederam: seguimento oftalmológico em 24 horas

    • NHS Scotland [1]:

      • Em geral, sem encaminhamento; orientar o retorno se os sintomas persistirem

  • Considerar outro diagnóstico [1]:

    • Corpo estranho na córnea ou sob a pálpebra superior

    • Ceratoconjuntivite viral aguda

    • Ceratite tóxica ou de contato

    • Uso excessivo de lente de contato

    • Olho seco

  • Inspecionar com lanterna à procura de perfuração do globo [4]

Diagnóstico

  • História [1][2]:

    • Exposição recente à radiação ultravioleta: solda sem máscara de proteção, câmara de bronzeamento, grande altitude, eclipse solar

    • A história detalhada costuma esclarecer a causa

  • Quadro clínico [2][3]:

    • Dor intensa e desconforto [2]

    • Lacrimejamento, baixa visual e quemose [2]

    • Blefaroespasmo (piscar excessivo e descontrolado) [3]

  • Exame [1][2][3][4]:

    • Acuidade visual [3][4]

    • Fluoresceína: uma gota e lanterna, à procura de áreas que se coram de verde [3]

    • Colírio anestésico apenas para facilitar o exame [1]; o alívio da dor com o anestésico sugere causa na superfície da córnea [2]

Conduta

  • Orientações [1]:

    • Evitar nova exposição à radiação ultravioleta

    • Tranquilizar: a condição é autolimitada

    • Compressa fria, óculos escuros e repouso com os olhos fechados, para conforto

    • Sem lente de contato até a cicatrização completa do epitélio

    • Retornar se os sintomas persistirem

  • Tratamento:

    • NHS Scotland [1]:

      • Analgésico simples de venda livre; conferir o protocolo Manejo da Dor no Adulto ou Manejo da Dor em Pediatria

      • Lubrificante, de preferência sem conservante, para alívio dos sintomas: colírio ou gel durante o dia e, se necessário, pomada sem medicamento ao deitar; conferir em "Lubrificante"

      • Dor intensa por espasmo ciliar: cicloplégico de curta ação, como o ciclopentolato 1%; conferir em "Cicloplégico"

      • Defeito epitelial grande ou risco de infecção: considerar antibiótico tópico profilático, como o cloranfenicol; conferir em "Antibiótico tópico"

    • StatPearls [2]:

      • Tratamento de suporte: controle da dor e antibiótico tópico, este com evidência limitada

    • Ministério da Saúde [3]:

      • Uma gota de colírio anestésico; conferir em "Colírio anestésico"

      • Pomada antibiótica, como a de retinol + aminoácidos + metionina + cloranfenicol, seguida de oclusão do olho; conferir em "Pomada de retinol, aminoácidos, metionina e cloranfenicol"

      • Dor muito intensa, no adulto: uma gota de atropina 1% antes da oclusão (bula de uso adulto); conferir em "Cicloplégico"

    • SESA-ES [4]:

      • Uma gota de colírio anestésico, oclusão do olho com pomada oftálmica de antibiótico e corticoide e encaminhamento para avaliação oftalmológica

      • Pomada: conferir em "Pomada de antibiótico e corticoide"

  • Não fazer:

    • Não prescrever colírio anestésico para uso em casa [1][5]

  • Prevenção [1][2]:

    • Proteção ocular contra a radiação ultravioleta, como máscara de solda e óculos de sol

    • Orientar sobre outros efeitos da radiação ultravioleta: catarata, pterígio e câncer de pele [2]

Colírio anestésico

  • Indicação: facilitar o exame [1]; Ministério da Saúde e SESA-ES também o usam uma vez no serviço, antes da oclusão [3][4]

  • Esquema [1][3][4][5]:

    • Proximetacaína (Anestalcon®) sol. oft. 0,5% (frasco 5 mL)

      • 1 gota no olho afetado, no serviço

      • Administração: via oftálmica; início do efeito em cerca de 30 segundos, com duração de 15 minutos ou mais; não tocar o conta-gotas; conservar entre 2 e 8 °C e descartar 30 dias após aberto

    • Considerações:

      • NHS Scotland: usar apenas para facilitar o exame, não para analgesia [1]

      • Nunca prescrever para uso pelo próprio paciente: o uso prolongado pode causar opacificação permanente da córnea, com perda da visão [5]

      • Orientar a não tocar nos olhos enquanto estiverem anestesiados [5]

      • Uso fora da bula como alívio da dor: a bula indica o uso em exames e procedimentos [5]

      • Criança: usar a critério médico [5]

Pomada de retinol, aminoácidos, metionina e cloranfenicol

  • Indicação: aplicação antes da oclusão do olho, no esquema do Ministério da Saúde [3]

  • Esquema [3][6][7]:

    • Retinol + aminoácidos + metionina + cloranfenicol (Epitezan®, Regencel®) pomada oft. 10.000 UI/g + 25 mg/g + 5 mg/g + 5 mg/g (bisnaga 3,5 g)

      • Ministério da Saúde:

        • Aplicar no olho afetado antes da oclusão

      • Bula:

        • Cerca de 1 cm no saco conjuntival inferior, 3 a 4 vezes ao dia

      • Administração: via oftálmica, cerca de 1 cm no saco conjuntival inferior

    • Considerações:

      • Indicada em bula para promover e proteger a epitelização dos tecidos oculares lesados [6][7]

      • Cloranfenicol tópico: raros casos de hipoplasia medular, inclusive anemia aplástica [6][7]

      • Uso adulto e pediátrico [6][7]

Pomada de antibiótico e corticoide

  • Indicação: oclusão do olho, no esquema da SESA-ES [4]

  • Esquemas [4][13][14]:

    • Adulto:

      • Dexametasona + neomicina + polimixina B (Maxitrol®) pomada oft. 1 mg/g + 5 mg/g + 6.000 UI/g (bisnaga 3,5 g)

        • 1 a 1,5 cm no saco conjuntival, 3 a 4 vezes ao dia

        • Administração: via oftálmica; aplicar antes da oclusão; não encostar a ponta da bisnaga no olho; com colírios, intervalo de 5 minutos, com a pomada por último

    • Criança a partir de 2 anos e adulto:

      • Tobramicina + dexametasona (Tobradex®) pomada oft. 3 mg/g + 1 mg/g (bisnaga 3,5 g)

        • Cerca de 1,5 cm no saco conjuntival, até 3 a 4 vezes ao dia

        • Administração: via oftálmica; aplicar antes da oclusão; não encostar a ponta da bisnaga no olho; com colírios, intervalo de 5 minutos, com a pomada por último

    • Considerações:

      • Indicados em bula nos traumas da córnea por queimaduras químicas, térmicas ou por radiação [13][14]

      • Corticoide tópico pode retardar a cicatrização de feridas da córnea [13]

      • Contraindicados na ceratite por herpes simples, em outras infecções virais da córnea ou da conjuntiva, nas doenças fúngicas e nas infecções por micobactérias [13][14]

      • Contêm aminoglicosídeo (neomicina, tobramicina): hipersensibilidade tópica, de reação local a anafilaxia; suspender se ocorrer [13][14]

      • Maxitrol®: uso adulto [13]

      • Tobradex®: uso a partir de 2 anos; não prescrever mais de 8 g de início nem repetir sem reexame [14]

      • Abaixo de 2 anos: nenhuma das duas pomadas tem uso aprovado em bula [13][14]

Cicloplégico

  • Indicação: dor muito intensa (Ministério da Saúde) ou dor intensa por espasmo ciliar (NHS Scotland) [1][3]

  • Esquemas [1][3][8][9]:

    • Atropina sol. oft. 10 mg/mL (1%) (frasco 5 mL)

      • 1 gota no olho afetado antes da oclusão, se a dor for muito intensa

      • Administração: via oftálmica; comprimir o saco lacrimal por 1 a 2 minutos após a aplicação; não aplicar com lente de contato gelatinosa

    • Ciclopentolato (Cicloplégico®) sol. oft. 10 mg/mL (1%) (frasco 5 mL)

      • 1 gota até 3 vezes ao dia; reduzir ou suspender com a melhora

      • Administração: via oftálmica; comprimir o saco lacrimal por 2 a 3 minutos após a aplicação; retirar a lente de contato e aguardar pelo menos 15 minutos para recolocá-la

    • Considerações:

      • Atropina: contraindicada na hipertensão ocular e no glaucoma; bula de uso adulto [8]

      • Ciclopentolato [9]:

        • Contraindicado no glaucoma de ângulo estreito ou no ângulo estreito anatômico

        • Cautela no idoso, quando a pressão intraocular possa estar aumentada, e na doença cardiovascular, hipertensão ou hipertireoidismo

        • Criança: extrema cautela; observar por pelo menos 30 minutos após a aplicação

Antibiótico tópico

  • Indicação: defeito epitelial grande ou risco de infecção, como profilaxia [1]

  • Esquema [1][10]:

    • Cloranfenicol sol. oft. 4 mg/mL (frasco 10 mL)

      • 1 gota a cada 2 horas, enquanto acordado, por 48 horas; depois, a cada 4 horas, enquanto acordado

      • Duração: 5 dias, mesmo com melhora

      • Administração: via oftálmica; não encostar a ponta do frasco nos olhos; após aberto, válido por 60 dias

    • Considerações:

      • Cloranfenicol tópico: raros casos de hipoplasia medular, inclusive anemia aplástica [10]

      • Uso adulto [10]

Lubrificante

  • Indicação: alívio dos sintomas [1]

  • Esquema [1][11]:

    • Carmelose Sódica (colírio) + glicerol + hialuronato de sódio (Optive® UD) sol. oft. sem conservante (flaconete 0,4 mL, caixas com 5, 10, 20 ou 30)

      • 1 a 2 gotas nos olhos, quantas vezes forem necessárias

      • Administração: via oftálmica; usar logo após abrir e descartar o flaconete após o uso; com outros colírios, intervalo de 5 minutos

    • Considerações:

      • De preferência sem conservante [1]

💊 Como prescrever?

Colírio anestésico [3][5]:

  • Proximetacaína (Anestalcon®) sol. oft. 0,5% (frasco 5 mL)

    • 1 gota no olho afetado, no serviço

    • Administração: via oftálmica; início do efeito em cerca de 30 segundos, com duração de 15 minutos ou mais; não tocar o conta-gotas; conservar entre 2 e 8 °C e descartar 30 dias após aberto

Pomada de retinol, aminoácidos, metionina e cloranfenicol [3][6]:

  • Retinol + aminoácidos + metionina + cloranfenicol (Epitezan®, Regencel®) pomada oft. 10.000 UI/g + 25 mg/g + 5 mg/g + 5 mg/g (bisnaga 3,5 g)

    • Ministério da Saúde:

      • Aplicar no olho afetado antes da oclusão

    • Bula:

      • Cerca de 1 cm no saco conjuntival inferior, 3 a 4 vezes ao dia

    • Administração: via oftálmica, cerca de 1 cm no saco conjuntival inferior

Pomada de antibiótico e corticoide [13][14]:

  • Dexametasona + neomicina + polimixina B (Maxitrol®) pomada oft. 1 mg/g + 5 mg/g + 6.000 UI/g (bisnaga 3,5 g)

    • 1 a 1,5 cm no saco conjuntival, 3 a 4 vezes ao dia

    • Administração: via oftálmica; aplicar antes da oclusão; não encostar a ponta da bisnaga no olho; com colírios, intervalo de 5 minutos, com a pomada por último

  • Tobramicina + dexametasona (Tobradex®) pomada oft. 3 mg/g + 1 mg/g (bisnaga 3,5 g)

    • Cerca de 1,5 cm no saco conjuntival, até 3 a 4 vezes ao dia

    • Administração: via oftálmica; aplicar antes da oclusão; não encostar a ponta da bisnaga no olho; com colírios, intervalo de 5 minutos, com a pomada por último

Cicloplégico [1][3]:

  • Atropina sol. oft. 10 mg/mL (1%) (frasco 5 mL)

    • 1 gota no olho afetado antes da oclusão, se a dor for muito intensa

    • Administração: via oftálmica; comprimir o saco lacrimal por 1 a 2 minutos após a aplicação; não aplicar com lente de contato gelatinosa

  • Ciclopentolato (Cicloplégico®) sol. oft. 10 mg/mL (1%) (frasco 5 mL)

    • 1 gota até 3 vezes ao dia; reduzir ou suspender com a melhora

    • Administração: via oftálmica; comprimir o saco lacrimal por 2 a 3 minutos após a aplicação; retirar a lente de contato e aguardar pelo menos 15 minutos para recolocá-la

Antibiótico tópico [1][10]:

  • Cloranfenicol sol. oft. 4 mg/mL (frasco 10 mL)

    • 1 gota a cada 2 horas, enquanto acordado, por 48 horas; depois, a cada 4 horas, enquanto acordado

    • Duração: 5 dias, mesmo com melhora

    • Administração: via oftálmica; não encostar a ponta do frasco nos olhos; após aberto, válido por 60 dias

Lubrificante [1][11]:

  • Carmelose Sódica (colírio) + glicerol + hialuronato de sódio (Optive® UD) sol. oft. sem conservante (flaconete 0,4 mL, caixas com 5, 10, 20 ou 30)

    • 1 a 2 gotas nos olhos, quantas vezes forem necessárias

    • Administração: via oftálmica; usar logo após abrir e descartar o flaconete após o uso; com outros colírios, intervalo de 5 minutos

Particularidades na criança

  • Medicamentos [5][6][7][8][9]:

    • Colírio anestésico: a critério médico [5]

    • Pomada de retinol, aminoácidos, metionina e cloranfenicol: uso adulto e pediátrico [6][7]

    • Atropina: bula de uso adulto [8]

    • Ciclopentolato: extrema cautela; observar por pelo menos 30 minutos após a aplicação [9]

Referências

[1] NHS SCOTLAND. Eyecare Guidelines. 5.16 Photokeratitis (Ultraviolet Burn, Arc Eye, Snow Blindness). Revisão em 29 abr. 2026. Disponível em: https://www.eyes.nhs.scot/eyecare-guidelines/section-5-corneal/516-photokeratitis-ultraviolet-burn-arc-eye-snow-blindness/. Acesso em: 27 out. 2026.

[2] HYDE, Monika R.; FU, Lanxing; GURNANI, Bharat. Corneal Trauma: Evaluation and Management of Ocular Surface Injuries. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026. Atualizado em 5 jul. 2026. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK459283/. Acesso em: 27 out. 2026.

[3] BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea: queixas mais comuns na Atenção Básica. Cadernos de Atenção Básica, n. 28, v. II. 1. ed., 1. reimpr. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. Disponível em: https://sites.usp.br/guiacseb/wp-content/uploads/sites/943/2023/02/caderno28.pdf.

[4] ESPÍRITO SANTO. Secretaria de Estado da Saúde. Protocolo de Oftalmologia: Autorregulação Formativa Territorial. Vitória, 2021. Disponível em: https://saude.es.gov.br/Media/sesa/Publicações%20em%20PDF/ARFT%20Oftalmologia%20site.pdf.

[5] ALCON LABORATÓRIOS DO BRASIL. Anestalcon® (cloridrato de proximetacaína): solução oftálmica 0,5%. Bula para o profissional de saúde.

[6] ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS. Epitezan® (acetato de retinol, aminoácidos, metionina, cloranfenicol): pomada oftálmica. Bula.

[7] CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS. Regencel® (acetato de retinol, aminoácidos, metionina, cloranfenicol): pomada oftálmica. Bula para o profissional de saúde.

[8] ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS. Colírio de sulfato de atropina 0,5% e 1%: solução oftálmica. Bula para o profissional de saúde. Aprovada pela Anvisa em 26/06/2019.

[9] ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS. Cicloplégico® (cloridrato de ciclopentolato): solução oftálmica 1%. Bula para o paciente.

[10] ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS. Cloranfenicol: solução oftálmica 4 mg/mL. Bula para o profissional de saúde.

[11] ALLERGAN PRODUTOS FARMACÊUTICOS. Optive® UD: solução oftálmica estéril sem conservante. Instruções de uso.

[12] ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, 10ª revisão (CID-10). Capítulo VII: Doenças do olho e anexos (H00-H59). Versão em português, DATASUS.

[13] NOVARTIS BIOCIÊNCIAS. Maxitrol® (dexametasona, sulfato de neomicina, sulfato de polimixina B): pomada oftálmica 1 mg/g + 5 mg/g + 6.000 UI/g. Bula para o profissional de saúde.

[14] NOVARTIS BIOCIÊNCIAS. Tobradex® (tobramicina, dexametasona): suspensão oftálmica 3 mg/mL + 1 mg/mL e pomada oftálmica 3 mg/g + 1 mg/g. Bula para o profissional de saúde. Histórico de alteração até 10/09/2025.

Autoria e Curadoria

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