Doenças Exantemáticas Maculopapulares: Abordagem Diagnóstica
CID-10: B09 - Infecção viral não especificada caracterizada por lesões da pele e membranas mucosas
CID-10: R21 - Eritema e outras erupções cutâneas não especificadas
Introdução
As doenças exantemáticas são condições caracterizadas pelo surgimento de erupção cutânea (exantema) como manifestação proeminente do quadro clínico, geralmente no contexto de infecção viral ou bacteriana.
O exantema maculopapular é o padrão mais frequente na faixa etária pediátrica e engloba um conjunto heterogêneo de doenças com apresentações clínicas que se sobrepõem, tornando o diagnóstico diferencial um desafio relevante na prática clínica. [1][2][3]
As principais doenças exantemáticas de padrão maculopapular abordadas neste tema são: sarampo, rubéola, eritema infeccioso, exantema súbito (roséola infantum), escarlatina e doença de Kawasaki.
O reconhecimento precoce de cada entidade é fundamental tanto para a conduta individual quanto para o controle epidemiológico, uma vez que algumas dessas condições possuem complicações graves e potencial de disseminação comunitária significativo. [1][2][3]
Fluxograma

Diferenciando as Doenças Exantemáticas Maculopapulares
Os principais elementos que auxiliam na diferenciação clínica entre as doenças são apresentados a seguir.
Sarampo: [6]
Pródromo febril intenso com tosse seca, coriza e conjuntivite
Manchas de Koplik (patognomônicas, mas transitórias)
Exantema descendente (retroauricular → generalizado)
Descamação furfurácea na resolução
Rubéola: [4]
Quadro geralmente leve ou assintomático
Exantema ausente em até 50% dos casos
Linfadenopatia retroauricular proeminente (pode preceder o exantema)
Manchas de Forchheimer no palato mole
Ausência de tosse e conjuntivite exsudativa
Eritema infeccioso: [4]
Pródromo leve ou ausente
Exantema em "face esbofeteada" (eritema malar bilateral)
Erupção rendilhada em membros, poupando palmas e plantas
Exantema pode retornar com calor, sol ou estresse
Exantema súbito: [5]
Febre alta (> 40°C) por 3 a 5 dias com queda abrupta
Exantema surge imediatamente após a defervescência
Progressão: pescoço/tronco → membros e face
Ocorre predominantemente em menores de 3 anos
Escarlatina: [2]
Faringite exsudativa e febre de início abrupto
Língua em morango
Exantema eritematoso finamente papuloso ("lixa"), começando em virilha e axila
Descamação ao final
Ausência de manifestações virais (rinorreia, conjuntivite, tosse)
Doença de Kawasaki: [1]
Febre alta persistente (> 5 dias), pouco responsiva a antipiréticos
Conjuntivite não exsudativa poupando o limbo
Alterações de extremidades (edema/eritema de palmas e plantas; descamação periungueal)
Exantema polimórfico
Sem diagnóstico alternativo que explique o quadro
Investigação de aneurismas coronários obrigatória
Sarampo

Agente etiológico:
Vírus do sarampo (família Paramyxoviridae) [6]
Período de incubação:
Cerca de 14 dias até o início do exantema [6]
Período de transmissibilidade:
De 4 dias antes a até 4 dias após o aparecimento das lesões cutâneas [6]
Quadro clínico [6]
O curso clínico divide-se em três fases:
Período prodrômico (aproximadamente 3 dias):
Febre alta (≥ 38,5°C)
Tosse seca
Coriza
Conjuntivite com fotofobia e lacrimejamento
Pode-se observar linha marginal transversal na conjuntiva palpebral inferior (linha de Stimson)
Manchas de Koplik ao final do pródromo: máculas com aspecto de grãos de areia com halo vermelho em fundo eritematoso difuso, que desaparecem 24 a 48h após o início do exantema
Período toxêmico:
A partir do 4º dia, surge o exantema: máculo-papular, de coloração vermelha, com início retroauricular e progressão descendente, atingindo todo o corpo em aproximadamente 3 dias
Piora da prostração concomitante ao exantema
Maior risco de superinfecção viral ou bacteriana, especialmente em lactentes menores de 1 ano, crianças desnutridas, imunodeprimidos e gestantes
Período de remissão:
Declínio da febre e dos sintomas
O exantema torna-se escurecido (castanho-acinzentado), podendo surgir descamação furfurácea (aspecto de farinha)
Diagnóstico laboratorial [6]
Detecção de IgM:
Realizada na fase aguda, desde os primeiros dias até 4 semanas após o início do exantema
Amostras coletadas entre o 1º e o 28º dia são consideradas oportunas; após o 28º dia, são tardias, mas devem ser enviadas
Resultado reagente ou inconclusivo de IgM exige notificação imediata e coleta obrigatória de segunda amostra entre 20 e 25 dias após a primeira coleta
IgG:
Pode surgir na fase aguda e permanece detectável ao longo da vida
Técnicas disponíveis:
ELISA (IgM e IgG): método utilizado pela rede laboratorial de saúde pública no Brasil
Inibição de Hemaglutinação (IH): anticorpos totais
Imunofluorescência (IF): IgM e IgG
Neutralização em placas: anticorpos específicos
RT-PCR: identificação viral em qualquer material orgânico; amostras devem ser coletadas até o 5º dia do exantema, preferencialmente nos 3 primeiros dias
Todos os testes apresentam sensibilidade e especificidade entre 85 e 98%
A genotipagem viral é necessária para diferenciar caso autóctone de importado ou relacionado ao vírus vacinal; o vírus pode ser identificado em urina, secreções nasofaríngeas, sangue, líquor ou tecidos por PCR
Rubéola

Agente etiológico:
Vírus do gênero Rubivirus, família Togaviridae; o ser humano é o único hospedeiro [4]
Transmissão:
Direta, por secreções nasofaríngeas; disseminação hematogênica e transplacentária (transmissão vertical) [4]
Período de incubação:
14 a 18 dias (variação: 12 a 23 dias) [4]
Período de transmissibilidade:
5 a 7 dias antes e depois do início do exantema; maior transmissibilidade nos 2 dias anteriores e posteriores ao exantema; excreção viral detectável de 7 dias antes até 12 dias após o início do exantema [4]
Quadro clínico [4]
O curso clínico frequentemente é leve, subclínico ou assintomático. O exantema pode estar ausente em 20 a 50% dos casos.
Febre baixa
Linfadenopatia retroauricular (pode preceder o exantema em até 5 dias), occipital e cervical
Exantema maculopapular puntiforme e rosado, com progressão caudal para tórax e tronco
Conjuntivite leve não exsudativa
Manchas de Forchheimer (manchas no palato mole)
Artralgia
Tireoidite aguda (menos frequente)
Diagnóstico laboratorial [4]
Titulação de anticorpos IgM e IgG para rubéola, com avaliação de possível soroconversão
Critérios de positividade:
Elevação de IgM 4 vezes em 2 a 3 semanas
IgM positivo em 4 a 5 semanas
Diagnóstico de infecção recente também pode ser realizado pela baixa avidez de IgG
Eritema Infeccioso

Agente etiológico:
Parvovírus B19 [4]
Período de incubação:
4 a 21 dias [4]
Quadro clínico [4]
Muitas crianças são assintomáticas. Quando sintomáticas:
Pródromo:
Febre baixa, cefaleia e coriza por alguns dias
Exantema (fase característica):
Eritema malar bilateral com aspecto de "face esbofeteada" (bochechas vermelhas)
Erupção cutânea em membros, pernas e tronco; geralmente poupando palmas e plantas
Lesões vermelhas elevadas com padrão em filigrana (rendilhado), especialmente em áreas expostas ao sol
Pode haver prurido
Duração habitual: 5 a 10 dias
Nas semanas seguintes, o exantema pode reaparecer temporariamente com exposição solar, exercício, calor, febre ou estresse emocional
Em adolescentes e adultos:
Dor articular leve e edema, podendo ser persistentes ou recorrentes por semanas a meses
Em pacientes com anemia falciforme, outros distúrbios eritrocitários ou imunodeprimidos:
O parvovírus B19 pode acometer a medula óssea e causar anemia grave (crise aplástica)
Diagnóstico [4]
Clínico:
O aspecto característico do exantema (face esbofeteada + erupção rendilhada em membros) é suficiente para o diagnóstico na maioria dos casos
Exames de sangue:
Indicados apenas em:
Crianças com distúrbio sanguíneo conhecido ou imunodeprimidas
Gestantes expostas: dosagem de anticorpos para determinar infecção prévia, atual ou recente
Exantema Súbito (Roséola)

Agente etiológico:
Herpes-vírus humano tipo 6 (HHV-6) [5]
Período de incubação:
Média de 10 dias [5]
Faixa etária mais acometida:
Crianças menores de 3 anos [5]
Quadro clínico [5]
Fase febril (3 a 5 dias):
Febre alta de início súbito, podendo ultrapassar 40°C
Sintomas associados:
Linfadenopatia cervical (98% dos casos)
Irritabilidade (92%)
Manchas de Nagayama (manchas avermelhadas na úvula e no palato): 87%
Perda do apetite (80%)
Abaulamento de fontanela (26%)
Diarreia (15%)
Tosse (11%)
Convulsão febril (4%)
Fase exantemática (surgimento imediatamente após a defervescência):
Exantema não pruriginoso e indolor
Início em pescoço e tronco, com progressão para membros e face
Lesões: múltiplas pequenas manchas avermelhadas de aproximadamente 0,5 cm, planas ou com discreto relevo
Duração: 1 a 2 dias (em alguns casos, apenas horas)
Diagnóstico [5]
Clínico:
Diagnóstico baseado na apresentação típica de febre alta por 3 a 5 dias seguida de exantema em criança menor de 3 anos; antes do exantema, o diagnóstico é difícil de estabelecer
Sorologia:
Raramente necessária; solicitada em casos atípicos, com investigação de anticorpos contra HHV-6 no sangue
Escarlatina

Agente etiológico:
Streptococcus pyogenes (Streptococcus do Grupo A, GAS), coco gram-positivo facultativo que cresce em cadeias [2]
Quadro clínico [2]
A escarlatina é uma manifestação da infecção estreptocócica do Grupo A associada a exantema escarlatiniforme:
Início abrupto
Febre
Faringite exsudativa com amígdalas eritematosas aumentadas
Linfadenopatia cervical anterior sensível
Petéquias palatais
Úvula inflamada (uvulite)
Língua em morango
Exantema escarlatiniforme: erupção eritematosa finamente papulosa, com início em virilha e axila, espalhando-se para tronco e extremidades, seguida de descamação
Características virais (rinorreia, conjuntivite, tosse, rouquidão, lesões vesiculares, diarreia) geralmente ausentes
Diagnóstico [2]
O diagnóstico pode ser confirmado microbiologicamente. As opções disponíveis são:
Teste de detecção rápida de antígeno (RADT):
Especificidade ≥ 95%; sensibilidade de 70 a 90%
Resultado positivo confirma diagnóstico; resultado negativo em criança ou adolescente deve ser confirmado com cultura de orofaringe
Metanálise com 58.244 crianças demonstrou sensibilidade combinada de 85,6% e especificidade de 95,4%
Cultura de orofaringe:
Padrão de referência; sensibilidade de 90 a 95% quando realizada adequadamente
Realizada em ágar sangue ovino a 5%; resultado positivo em 18 a 24h (colônias cinzentas com halo de beta-hemólise)
Tempo de resposta de 24 a 48h limita seu uso como teste inicial
Indicada como confirmação de RADT negativo em crianças e adolescentes
Ensaios moleculares (NAAT/PCR):
Sensibilidade ≥ 95 a 97%; especificidade > 90 a 97%
PCR rápido disponível com resultado em ≤ 25 minutos
Resultado negativo em ensaio molecular dispensa cultura confirmatória
Uso ainda limitado por custo e complexidade
Coleta do espécime:
Deve ser realizada antes do início dos antimicrobianos (uma única dose pode negativar o resultado)
Recomenda-se uso de dois swabs simultâneos: um para RADT, outro reservado para cultura caso RADT seja negativo
Swab deve tocar amígdalas (ou fossas amigdalianas) e parede posterior da faringe, sem contato com língua ou mucosa bucal
Doença de Kawasaki

Definição:
Vasculite sistêmica de artérias musculares de médio calibre, uma das formas mais comuns de vasculite sistêmica em crianças; ocorre raramente em adultos [1]
Curso:
Condição autolimitada, com febre e inflamação aguda durando em média 12 dias sem tratamento [1]
Complicação mais temida:
Aneurismas de artérias coronárias (AC), com risco de infarto do miocárdio, arritmias, insuficiência cardíaca e oclusão arterial periférica [1]
Quadro clínico [1]
As manifestações podem não se apresentar simultaneamente e não seguem ordem típica de aparecimento; exames repetidos são fundamentais.
Febre:
Alta e persistente, caracteristicamente acima de 38,5°C
Responde minimamente a antipiréticos
Duração típica: 7 a 12 dias (podendo ultrapassar 3 semanas sem tratamento)
Conjuntivite:
Bilateral não exsudativa, presente em mais de 90% dos casos
Injeção predominantemente bulbar, com eritema brilhante poupando o limbo
Uveíte anterior pode ocorrer em até 70% dos pacientes com achados oculares
Alterações de mucosa oral (cerca de 90% dos casos):
Lábios vermelhos, secos e fissurados
Língua em morango
Eritema difuso da orofaringe
Exantema:
Polimórfico, presente em 70 a 90% dos casos
Inicia geralmente nos primeiros dias, com eritema perineal e descamação, seguido de lesões maculares, morbiliformes ou em alvo no tronco e extremidades
Outras manifestações cutâneas: erupção psoriasiforma; eritema/crosta no local de inoculação da BCG (útil em países com vacinação de rotina)
Alterações de extremidades:
Fase aguda (50 a 85% dos casos): edema endurecido do dorso das mãos e pés, eritema difuso de palmas e plantas; frequentemente são as últimas manifestações a surgir
Fase de convalescença: descamação periungueal em lençol (prevalência de 68 a 98%), iniciando na região periungueal de dedos das mãos e dos pés; linhas de Beau (sulcos transversais nas unhas)
Linfadenopatia cervical:
Presente em 25 a 70% dos casos; é o achado menos constante
Tipicamente unilateral, envolvendo linfonodos cervicais anteriores sobre o músculo esternocleidomastóideo
Geralmente apenas um linfonodo grande é palpável clinicamente (≥ 1,5 cm)
Manifestações cardíacas (não fazem parte dos critérios diagnósticos, mas sustentam o diagnóstico): [1]
Disfunção ventricular leve a moderada na primeira semana a 10 dias (pode manifestar-se como B3, taquicardia desproporcional à febre ou anemia)
Pequenos derrames pericárdicos (tamponamento é raro)
Aneurismas de artérias coronárias: complicação mais grave; classificados por Z-score ajustado para sexo e superfície corporal
Manifestações não específicas do pródromo (7 a 10 dias antes das manifestações mucocutâneas típicas): [1]
Diarreia, vômitos ou dor abdominal: 61%
Irritabilidade: 50%
Vômitos isolados: 44%
Tosse ou rinorreia: 35%
Redução da ingesta oral: 37%
Dor articular: 15%
Critérios diagnósticos [1]
O diagnóstico clássico requer febre com duração ≥ 5 dias associada a pelo menos 4 dos 5 critérios a seguir, sem explicação alternativa:
Conjuntivite bulbar bilateral não exsudativa
Alterações da mucosa oral (lábios injetados ou fissurados, faringe injetada ou língua em morango)
Alterações de extremidades (eritema de palmas ou plantas; edema de mãos ou pés na fase aguda; descamação periungueal na fase de convalescença)
Exantema polimórfico
Linfadenopatia cervical (ao menos 1 linfonodo > 1,5 cm de diâmetro)
Nota: se ≥ 4 critérios estiverem presentes, o diagnóstico pode ser firmado já no 4º dia de febre, desde que avaliado por médico experiente e com critérios inequívocos. [1]
Kawasaki incompleto [1]
Deve ser suspeitado nas seguintes situações:
Lactentes menores de 6 meses com febre inexplicada ≥ 7 dias, mesmo sem critérios clínicos de Kawasaki, se houver marcadores inflamatórios elevados
Pacientes de qualquer idade com febre inexplicada ≥ 5 dias e apenas 2 ou 3 critérios clínicos
Avaliação laboratorial nos casos ambíguos [1]
Achados laboratoriais sugestivos de Kawasaki:
PCR ≥ 3 mg/dL e/ou VHS ≥ 40 mm/h
Leucócitos ≥ 15.000/µL
Anemia normocítica e normocrômica para a idade
Plaquetas ≥ 450.000/µL após 7 dias de doença
Piúria não neutrofílica (≥ 10 leucócitos/campo de grande aumento) por uretrite estéril
ALT > 50 U/L
Albumina ≤ 3 g/dL
Nota: a doença de Kawasaki é improvável se PCR < 3 mg/dL e VHS < 40 mm/h.
Ecocardiografia [1]
Deve ser realizada em todos os pacientes assim que o diagnóstico for suspeitado. Achados ecocardiográficos sugestivos de Kawasaki:
Aneurisma em artérias coronárias
Pelo menos 3 dos seguintes:
Sinais de coronarite
Redução da contratilidade ventricular esquerda
Regurgitação valvar leve (principalmente mitral)
Derrame pericárdico
Referências
[1] SON, Mary Beth F. Doença de Kawasaki: Características clínicas e diagnóstico. UpToDate. Última atualização: 05 jan. 2026. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/kawasaki-disease-clinical-features-and-diagnosis.
[2] WALD, Ellen R. Amigdalofaringite estreptocócica do Grupo A em crianças e adolescentes: características clínicas e diagnóstico. UpToDate. Última atualização: 29 mai. 2025. Disponível em: https://www.uptodate.com/contents/group-a-streptococcal-tonsillopharyngitis-in-children-and-adolescents-clinical-features-and-diagnosis.
[3] VIEIRA, G. K.; SILVA, R. Y. R. da. Doenças exantemáticas. [s.l.]: Atheneu, 2022.
[4] GARCIA, K. B. S. A relevância do diagnóstico diferencial no manejo clínico de doenças exantemáticas virais prevalentes na infância: um estudo sobre varicela, mão pé boca, rubéola e eritema infeccioso. 24 fev. 2023. Disponível em: https://www.saude.ba.gov.br/suvisa/vigilancia-epidemiologica/doencas-imunopreveniveis/doenca-exantematicas-e-sindrome-de.
[5] CHERRY, J. D. Roseola infantum (exanthem subitum). In: CHERRY, J. D.; HARRISON, G.; KAPLAN, S. L. et al. (Eds.). Feigin and Cherry's Textbook of Pediatric Infectious Diseases. 8. ed. Philadelphia: Elsevier, 2018. p. 559.
[6] OLIVEIRA, M. J. C. et al. Frequência de sarampo, rubéola, dengue e eritema infeccioso entre casos suspeitos de sarampo e rubéola no estado de Pernambuco, no período de 2001 a 2004. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 41, n. 4, p. 338–344, ago. 2008.
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