Pé Diabético no Adulto
CID 10: E105 - Diabetes mellitus insulino-dependente - com complicações circulatórias periféricas
CID 10: E115 - Diabetes mellitus não-insulino-dependente - com complicações circulatórias periféricas
Introdução
O pé diabético é uma complicação crônica grave do diabetes melito (DM), definida como o conjunto de alterações nos membros inferiores de pacientes diabéticos que pode incluir lesões nos tecidos profundos, distúrbios neurológicos, doença vascular periférica, ulcerações, infecções e osteoartropatia neuropática. [1][16]
A prevalência global do pé diabético é estimada em 6,3%, sendo mais comum em homens e em pacientes com DM tipo 2. No Brasil, a prevalência de DM é de 7,6%, chegando a 11,2% nas grandes capitais.
O risco ao longo da vida de desenvolver úlcera no pé é de 30%, com incidência anual de 2,2%. Aproximadamente 85% das amputações de membros inferiores relacionadas ao DM são precedidas de úlcera, e estima-se que um membro seja amputado por diabetes a cada 30 segundos no mundo. [1][5][16]
Fisiopatologia
A fisiopatologia envolve três mecanismos principais, isolados ou combinados: neuropatia periférica, doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) e infecção. [1][16]
Neuropatia sensitiva: perda de sensibilidade protetora; traumas imperceptíveis levam a calosidades e ulcerações; 45–60% das úlceras são puramente neuropáticas [16]
Neuropatia motora: atrofia muscular e deformidades (dedos em garra, pé equino, proeminência plantar dos metatarsos); restrição articular e aumento de pressão plantar [16]
Neuropatia autonômica: autossimpatectomia, pele seca com fissuras e descamações; portas de entrada para infecção [16]
DAOP: acomete preferencialmente o território infragenicular; presente em graus variados em até 45% dos diabéticos após 20 anos de doença; associada a cicatrização prolongada e maior risco de amputação [16]
Infecção: hiperglicemia compromete a função leucocitária; quando somada à isquemia e à neuropatia, pode resultar em infecções graves com risco à vida [16]
Alteração na mobilidade: glicosilação do colágeno gera enrijecimento capsular e ligamentar; aumenta pressão plantar e propensão a calosidades [16]
Avalição clínica
Neurológica: monofilamento Semmes-Weinstein 5,07 g; diapasão 128 Hz (aplicado na falange distal do hálux); reflexos patelares e aquilianos; sensibilidade tátil com algodão [9][16]
Vascular: palpação de pulsos; ITB (valores artificialmente elevados por calcificação são frequentes no DM); TcPO2 ≤ 30 mmHg e pressão arterial de hálux < 40 mmHg indicam comprometimento significativo; Doppler vascular; arteriografia ou angiotomografia quando indicada [9][16]
Pressão plantar: baropodometria (quantitativa, fases estática e dinâmica) e Podotrack (especificidade adequada, baixa sensibilidade) [2]
Identificação do paciente de alto risco: deformidades ósseas, atrofia muscular, neuroartropatia de Charcot, histórico de ulceração prévia (maior preditor isolado de recorrência) [1][10]
Diagnóstico Infeccioso
Diagnóstico clínico requer pelo menos dois dos seguintes sinais: eritema local, aumento de temperatura, edema, secreção purulenta. Úlceras apenas colonizadas sem sinais de infecção não têm indicação de antibioticoterapia. [3]
Agentes mais frequentes: [3]
Infecções superficiais: Staphylococcus aureus, Staphylococcus coagulase-negativos, Streptococcus spp.
Lesões profundas/crônicas com antibioticoterapia prévia: enterobactérias (Klebsiella sp., E. coli, Proteus sp.), Pseudomonas aeruginosa, enterococos, anaeróbios
Secreção fétida ou gangrena com sinais sistêmicos: Clostridium sp., Bacteroides sp.
Exames complementares: [3][9][16]
Laboratoriais: PCR, VHS, hemograma, HbA1c, função renal, eletrólitos, coagulograma
Imagem:
Radiografia simples: primeiro exame; identifica osteomielite, gás no subcutâneo, deformidades
RNM: melhor método para osteomielite e partes moles; sensibilidade 77–90%, especificidade 40–99% (variação significativa, especialmente na presença de NAC concomitante) [17]
Sondagem óssea (probe to bone): exposição óssea é conclusiva para osteomielite [17]
Culturas: por aspirado de abscesso, curetagem ou material intraoperatório; swab superficial não é válido; obrigatória nas infecções moderadas a graves e com suspeita de multirresistência [3]
Classificação por escalas
Meggitt-Wagner: [4]
Graus:
Grau 0 - Pé em risco, sem úlcera
Grau 1 - Úlcera superficial
Grau 2 - Úlcera profunda até tendão, cápsula ou osso
Grau 3 - Úlcera profunda com osteomielite ou abscesso
Grau 4 - Gangrena limitada a dedos ou antepé
Grau 5 - Gangrena extensa de todo o pé
Sistema simples, bom preditor de amputação; não considera isquemia nem neuropatia nas lesões superficiais.
Universidade do Texas (CTU) [4]
Quatro graus (0–3) por profundidade × quatro estágios (A–D) por infecção/isquemia.
Mais descritiva que a Meggitt-Wagner; não considera neuropatia.
PEDIS [4]
Desenvolvida pelo IWGDF. Cinco domínios:
Perfusão (graus 1–3)
Extensão (cm)
Profundidade (graus 1–3)
Infecção (graus 1–4)
Sensibilidade (graus 1–2)
Principal uso em pesquisa.
SINBAD [4]
Baseada em exame físico, sem equipamentos específicos. Escore por soma dos dados da úlcera. Validada para prognóstico de cicatrização e amputação.
WIfI [6][17]
Recomendada pela SVS e ESVS. Três componentes graduados de 0 a 3:
W (Wound): extensão e profundidade da ferida/gangrena
I (Ischaemia): ITB, pressão no tornozelo, TcPO2
fI (foot Infection): grau de infecção (0 = sem infecção; 3 = SIRS)
Resultado expresso como três números (ex.: WIfI 103). Estima risco de amputação em 1 ano e benefício da revascularização.
GLASS [6]
Analisa comprometimento anatômico arterial infrainguinal (femoropoplíteo e infrapoplíteo), graus 0–4 em cada setor. Usada em conjunto com a WIfI para definir o tipo de revascularização (endovascular vs. cirurgia aberta).
Tratamento não medicamentoso
Controle de fatores de risco [9]
Lipídico: LDL < 100 mg/dL (< 70 em alto risco; < 50 em muito alto risco); estatinas para estabilização da placa
Pressórico: PA < 140 × 90 mmHg
Glicêmico: controle por HbA1c; idealmente com endocrinologista
Estilo de vida: redução de peso, dieta, exercício, controle do álcool
Tabagismo: principal fator de risco da DAOP; abordagem multidisciplinar
Terapia por pressão negativa (TPN) [7]
Pressão subatmosférica de 80–125 mmHg. Indicada para úlceras não isquêmicas de grandes áreas desbridadas ou pós-amputação transmetatarsiana aberta, com infecção controlada.
Contraindicações: tecido necrótico (> 20% da área), exposição de vasos/nervos/anastomoses vasculares, isquemia (ITB < 0,7), queimaduras agudas, infecção não controlada.
Benefícios: redução de edema, migração fibroblástica, contração da ferida, redução da carga bacteriana, aumento da angiogênese e granulação.
Oxigenoterapia hiperbárica (OHB) [8]
Modalidade adjuvante com evidência moderada. Regulamentada pelo CFM (Resolução nº 1.457/1995); cobertura obrigatória na saúde suplementar (ANS, RN nº 428/2017).
Indicação (SBMH, 2019): pacientes pós-desbridamento ou amputação menor com evolução desfavorável e/ou infecções necrotizantes com alto risco de amputação.
Parâmetros: sessões diárias de ≥ 90 minutos, pressão de 2,4 atm, O2 a 100%; associar antibiótico de largo espectro, controle glicêmico e resolução de insuficiência arterial.
Contraindicações absolutas: doxorrubicina, dissulfiram, cisplatina, iodo tópico, derivados de petróleo; pneumotórax não tratado.
Contraindicações relativas: DPOC com retenção de CO2, IVAS, hipertermia, pneumotórax espontâneo prévio, esferocitose congênita, infecção viral aguda, convulsões, marca-passo, neurite óptica, hipoglicemia, edema agudo de pulmão, gestação.
Nota: gestação é contraindicação relativa nas principais diretrizes internacionais (UHMS, ECHM), com uso possível em situações de risco de vida. A SBMH adota posição mais restritiva. Verificar a diretriz vigente antes da indicação em gestantes. [8]
Contraindicações específicas para o pé diabético complicado: ausência de suporte avançado de vida em câmaras monoplace; amputação maior acima da lesão primária; ausência de melhora após 10 sessões consecutivas.
Efeitos adversos: hipoglicemia, alterações visuais, claustrofobia, hipertensão arterial, barotrauma, intoxicação por O2, convulsões.
Tratamento farmacológico
Infecções leves — ambulatorial, VO (duração: 1–2 semanas)
Cefalexina (Keflex®) cáps. 500 mg [3]
500 mg a cada 6 horas, VO
Dose máxima: 4 g/dia
Amoxicilina/clavulanato (Clavulin®) comp. 875/125 mg [3]
875/125 mg a cada 12 horas, VO
Dose habitual máxima: 875/125 mg a cada 12 horas (1.750 mg/dia de amoxicilina);
Em casos graves pode-se usar 1.000/250 mg a cada 8 horas (3 g/dia de amoxicilina)
Clindamicina (Dalacin C®) cáps. 150 mg e 300 mg [3]
150 a 450 mg a cada 6–8 horas, VO
Dose máxima: 1.800 mg/dia (VO)
Falha terapêutica ou suspeita de MRSA, gram-negativos e anaeróbios
Esquema: Sulfametoxazol/trimetoprim + Amoxicilina/clavulanato [3]
SMX/TMP (Bactrim®) comp. 800/160 mg
2 comp. a cada 12 horas, VO;
Amoxicilina/clavulanato comp. 875/125 mg
1 comp. a cada 12 horas, VO;
Alternativa: [3]
Clindamicina + Quinolona com cobertura para gram-negativos e Pseudomonas (Ciprofloxacino OU Levofloxacino)
Clindamicina (Dalacin C®) cáps. 150 mg e 300 mg [3]
150 a 450 mg a cada 6–8 horas, VO
Dose máxima: 1.800 mg/dia (VO)
Ciprofloxacino (Cipro®) comp. 500 mg ou 750 mg
500 mg a cada 12 horas (750 mg para Pseudomonas), VO;
dose máxima: 1.500 mg/dia
Levofloxacino (Levaquin®) comp. 500 mg ou 750 mg:
500 mg a cada 24 horas (750 mg para Pseudomonas), VO;
dose máxima: 750 mg/dia
Atenção: moxifloxacino não cobre Pseudomonas aeruginosa [3]
Infecções com acometimento de fáscias — cobertura de MRSA, via oral [3]
SMX/TMP (Bactrim®) comp. 800/160 mg
2 comp. a cada 12 horas, VO;
Doxiciclina (Vibramicina®) comp. 100 mg
100 mg a cada 12 horas, VO [3]
Dose máxima: 200 mg/dia
Linezolida (Zyvox®) comp. 600 mg
600 mg a cada 12 horas, VO;
dose máxima: 1.200 mg/dia; duração máxima recomendada: 28 dias; custo elevado
Se infecção envolver tecidos profundos: antibioticoterapia parenteral recomendada.
Opção 1: Vancomicina + Piperacilina/tazobactam
Vancomicina (Vancocin®) pó inj. 500mg ou 1g
dose guiada por peso e função renal, IV;
dose habitual 15–20 mg/kg a cada 8–12 horas
Piperacilina/tazobactam (Tazocin®) sol. inj. 4/0,5 g
4/0,5 g a cada 6–8 horas, IV;
dose máxima em infecções graves: 18 g/2,25 g/dia (divididos em doses)
Opção 2: Vancomicina + Meropenem
Vancomicina (Vancocin®) pó inj. 500mg ou 1g
dose guiada por peso e função renal, IV;
dose habitual 15–20 mg/kg a cada 8–12 horas
Meropenem (Meronem®) sol. inj. 500 mg e 1 g [3]
500 mg a 1 g a cada 8 horas, IV;
dose máxima aprovada em bula: 6 g/dia (divididos em 3 doses);
para Pseudomonas: mínimo 1 g a cada 8 horas
Opção 3: Vancomicina + Imipeném/cilastatina
Vancomicina (Vancocin®) pó inj. 500mg ou 1g
dose guiada por peso e função renal, IV;
dose habitual 15–20 mg/kg a cada 8–12 horas
Imipeném/cilastatina (Tienam®) sol. inj. 500 mg [3]
500 mg a cada 6–8 horas, IV;
dose diária: 1,5–3 g/dia;
dose máxima em infecções graves: 4 g/dia (para pacientes ≥ 70 kg com função renal preservada)
Duração: [3][16]
Infecções leves: 1–2 semanas
Pós-cirurgia: 2–4 semanas IV, com possibilidade de transição para VO com boa resposta
Pós-amputação com ressecção completa do foco: ≥ 1 semana; sem ressecção completa: 4–6 semanas
Osteomielite sem ressecção óssea: ≥ 8 semanas
Curativos e coberturas
Três pilares do tratamento local:
Desbridamento
Retirada de carga
Cobertura adequada
Desbridamento:
Cirúrgico seriado (único com eficácia comprovada); enzimático (colagenase, papaína); biológico (larvas esterilizadas); autolítico (hidrogéis, hidrocoloides — cautela em lesões isquêmicas secas pelo risco de necrose úmida). [5][16]
Limpeza:
Soro fisiológico 0,9%, Ringer Lactato, clorexidina aquosa 0,2%, PHMB 0,1–0,2%.

Amputação primaria
Indicações: [12]
Sepse com foco irressecável por outro método
Isquemia crítica com dor de repouso refratária e sem possibilidade de revascularização
Gangrena de todo o pé (Wagner 5)
Necrose muscular extensa (contraindicação à revascularização por síndrome de reperfusão)
Pacientes muito frágeis com extensa destruição tecidual e impossibilidade de salvar o pé
Em termos de classificações:
Fontaine Grau IV; Rutherford Grau III, categoria 6; WIfI Grau 3 para ferida, isquemia e infecção.
Quando indicada, a amputação deve ser realizada preferencialmente abaixo do joelho. [12]
Referências
[1] PRAKASAN, Akash K. Aspectos epidemiológicos do pé diabético. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 5-7.
[2] BURIHAN, Marcelo Calil. Anatomia funcional e biomecânica do pé. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 8-15.
[3] VANDERLINDE, Ana Paula Jafet Ourives; VILINS, Margarete. Diagnóstico infeccioso e antibioticoterapia em pé diabético. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 19-21.
[4] IZUKAWA, Nilo Mitsuru; ROSSI, Fábio Henrique. Classificação do pé diabético. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 16-18.
[5] PORTA, Rina Maria P.; VON RAUTENFELD, Marita; TRINDADE, Lucas Botossi. Curativos nas lesões do pé diabético. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 22-25.
[6] BIAGIONI, Rodrigo Bruno; BIAGIONI, Luisa Ciucci; WOLOSKER, Nelson. Qual o papel da classificação WIfI no tratamento do pé diabético? In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 32-37.
[7] TIOSSI, Sérgio Roberto. Terapia por pressão negativa no tratamento das úlceras diabéticas não isquêmicas dos membros inferiores. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 26-27.
[8] MORAES, Marcelo Rodrigo. Oxigenoterapia hiperbárica no tratamento do pé diabético complicado. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 28-31.
[9] CANTADOR, Alex Aparecido; GUILLAUMON, Ana Terezinha. Tratamento clínico em pacientes diabéticos com isquemia de membro inferior. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 38-40.
[10] YAMAZAKI, Yumiko Regina. Prevenção e cuidados aos pés de pacientes diabéticos. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 57-60.
[11] GALEGO, Sidnei José. Tratamento endovascular em pacientes diabéticos. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 41-47.
[12] CORREA, João Antonio; TARDIVO, João Paulo. Amputação primária no pé diabético. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 48-51.
[13] BITTENCOURT, Regina. Pé de Charcot. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 52-56.
[14] YAMAZAKI, Yumiko Regina. Prevenção e cuidados aos pés de pacientes diabéticos. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 57-60.
[15] CARVALHO, José André. Próteses e órteses em pacientes diabéticos. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 61-63.
[16] ALMEIDA, Beatriz Moschiar et al. Pé diabético neuropata. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 64-68.
[17] DE LUCCIA, Nelson. O pé do paciente diabético. In: BURIHAN, Marcelo Calil; CAMPOS JÚNIOR, Walter (eds.). Consenso no Tratamento e Prevenção do Pé Diabético. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020. p. 69-75.
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