Doença Renal Crônica (DRC) no Adulto

CID-10: N18 — Doença renal crônica

Introdução

  • A Doença Renal Crônica (DRC) é definida pela presença de alteração da função renal e/ou evidência de dano renal por período ≥ 3 meses, com implicações para a saúde.

  • Critérios diagnósticos incluem:

    • Taxa de filtração glomerular (TFG) ≤ 60 mL/min/1,73m² por ≥ 3 meses.

    • Ou presença de marcador de lesão renal persistente por ≥ 3 meses.

  • Marcadores de dano renal:

    • Relação albumina/creatinina urinária (RAC) ≥ 30 mg/g.

    • Alterações do sedimento urinário.

    • Hematúria persistente.

    • Distúrbios tubulares.

    • Alterações estruturais em imagem.

    • Alterações histológicas.

    • História de transplante renal.

  • Principais fatores associados:

    • Hipertensão arterial sistêmica (HAS).

    • Diabetes mellitus (DM).

    • Glomerulopatias.

    • Doenças autoimunes.

    • Uropatias obstrutivas.

    • Uso crônico de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs).

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Classificação

Classificação pela Taxa de Filtração Glomerular (TFG): a tabela apresenta a estadiação da Doença Renal Crônica (DRC) conforme a TFG estimada, dividida em seis categorias segundo o sistema KDIGO 2024. O estágio G1 corresponde a TFG ≥ 90 mL/min/1,73m², indicando função renal normal ou elevada. O estágio G2, com TFG entre 60 e 89, representa redução levemente reduzida, com discreta queda da função renal. O estágio G3a (TFG 45–59) indica redução leve a moderada; o G3b (TFG 30–44), redução moderada a grave. O estágio G4 (TFG 15–29) corresponde à redução grave da função renal, enquanto o G5 (TFG < 15) representa insuficiência renal com falência da função renal. A nota de rodapé ressalta que a classificação da DRC deve ser realizada em conjunto com a categoria de albuminúria (A1–A3) e a causa da doença — sistema GAC —, para adequada estratificação de risco e manejo clínico, sendo a fórmula CKD-EPI a recomendada para estimativa da TFG. Fonte: KDIGO 2024 Clinical Practice Guideline for the Evaluation and Management of Chronic Kidney Disease.

Classificação da Albuminúria: a tabela apresenta as três categorias de albuminúria utilizadas na estadiação da Doença Renal Crônica conforme o sistema KDIGO 2024. A categoria A1 corresponde a albuminúria menor que 30 mg/g, indicando quantidade normal ou discretamente aumentada de albumina na urina, associada a risco baixo. A categoria A2, com valores entre 30 e 300 mg/g, representa albuminúria moderadamente aumentada, com risco moderado. A categoria A3, com albuminúria superior a 300 mg/g, indica quantidade gravemente aumentada de albumina na urina e risco alto de progressão da doença. O rodapé destaca que a albuminúria é um marcador precoce de dano renal, associado ao risco de progressão da doença renal crônica e de eventos cardiovasculares, sendo a Relação albumina/creatinina urinária (RAC) o método recomendado para sua mensuração. Fonte: KDIGO 2024 Clinical Practice Guideline for the Evaluation and Management of Chronic Kidney Disease.

Comprovação de Cronicidade

  • Revisar exames prévios:

    • Com intervalo ≥ 3 meses.

  • Avaliar:

    • Creatinina e TFG anteriores.

    • Albuminúria/proteinúria prévias.

    • Alterações persistentes no EAS.

    • Achados estruturais em imagem.

    • História clínica compatível.

  • Achados sugestivos de cronicidade na ultrassonografia:

    • Redução do tamanho renal.

    • Afilamento cortical.

    • Perda da diferenciação corticomedular.

Apresentação Clínica

  • Pacientes frequentemente permanecem assintomáticos até perda > 50% da função renal.

  • Sintomas e sinais possíveis:

    • Hematúria.

    • Urina espumosa.

    • Polaciúria.

    • Noctúria.

    • Oligúria.

    • Hipertensão arterial.

    • Edema periférico ou anasarca.

    • Anemia e fraqueza.

    • Sintomas urêmicos:

      • Náuseas.

      • Vômitos.

      • Inapetência.

      • Hálito urêmico.

      • Prurido.

      • Confusão mental.

      • Convulsões.

      • Pericardite.

      • Neuropatia.

Investigação Diagnóstica

Investigação Etiológica

  • Principais etiologias a investigar:

    • HAS.

    • DM.

    • Glomerulopatias.

    • Doenças tubulointersticiais.

    • Doenças vasculares renais.

    • Lúpus eritematoso sistêmico.

    • Vasculites ANCA-associadas.

    • Uropatia obstrutiva.

    • Pielonefrite crônica.

    • Uso de AINEs.

    • Gamopatias monoclonais.

    • Doenças congênitas.

    • Doenças genéticas.

Exames Complementares

  • Solicitar conforme contexto clínico:

    • Ureia.

    • Creatinina sérica.

    • EAS.

    • Relação albumina/creatinina urinária (RAC) ou proteinúria de 24h.

    • Hemograma completo.

    • Glicemia de jejum.

    • Hemoglobina glicada.

    • Eletrólitos:

      • Sódio.

      • Potássio.

      • Cálcio.

      • Fósforo.

      • Magnésio.

    • Ácido úrico.

    • 25-OH-vitamina D.

    • Sorologias:

      • HIV.

      • Hepatite B.

      • Hepatite C.

      • Sífilis.

    • Reserva alcalina/gasometria.

    • Testes imunológicos:

      • FAN.

      • Anti-DNA.

      • ANCA.

      • Anti-PLA2R.

      • Anti-MBG.

      • C3/C4.

      • Fator reumatoide.

    • Eletroforese/imunofixação de proteínas.

    • Cadeias leves livres séricas.

Exames de Imagem

  • Ultrassonografia de rins e vias urinárias

    • Avalia tamanho renal.

    • Avalia diferenciação corticomedular.

    • Pesquisa hidronefrose.

    • Auxilia no diagnóstico diferencial.

  • Biópsia renal

    • Considerar em casos sem etiologia definida após investigação não invasiva.

Rastreamento e Acompanhamento

  • Rastreamento

    • Deve-se rastrear DRC em indivíduos com fatores de risco, especialmente:

      • HAS.

      • DM.

    • Estratégias de rastreamento:

      • Creatinina sérica com cálculo da TFG.

      • RAC urinária.

      • EAS.

  • Acompanhamento

    • A equação CKD-EPI é a preferida para estimativa ambulatorial da TFG.

    • Reavaliação geralmente a cada 3–6 meses, individualizada conforme gravidade.

  • Exames de Seguimento

    • Hemograma.

    • Eletrólitos.

    • Cálcio, fósforo, PTH e vitamina D.

    • Ácido úrico.

    • Lipidograma.

    • Glicemia e HbA1c.

    • Reserva alcalina.

    • RAC/RPC/proteinúria de 24h (RAC = Relação albumina/creatinina urinária)

    • Ferro, ferritina e saturação de transferrina.

Medidas Não Medicamentosas

  • Estilo de Vida

    • Atividade física moderada ≥ 150 minutos/semana, conforme tolerância clínica.

    • Suspender tabagismo.

    • Manter IMC adequado.

    • Encaminhar para nutricionista renal quando disponível.

  • Estratégia Nutricional

    • Preferir dieta baseada em vegetais e reduzir ultraprocessados.

    • Restrição individualizada de:

      • Sódio.

      • Potássio.

      • Fósforo.

      • Proteína.

  • Ingestão Proteica

    • Sugestão para DRC G3–G5: 0,8 g/kg/dia.

    • Dieta muito hipoproteica (0,3–0,4 g/kg/dia) pode ser considerada em casos selecionados, sob supervisão rigorosa.

    • Evitar dietas hipoproteicas em pacientes metabolicamente instáveis.

  • Restrição de Sal

    • Meta: < 2 g de sódio/dia ou < 5 g de sal/dia.

  • Controle Pressórico

    • Meta KDIGO 2024:

      • PAS < 120 mmHg quando tolerado.

    • Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025:

      • Meta < 130/80 mmHg

  • Controle Glicêmico

    • Meta individualizada de HbA1c entre < 6,5% e < 8%.

    • Considerar:

      • Grau da DRC.

      • Risco de hipoglicemia.

      • Comorbidades.

      • Expectativa de vida.

Tratamento Medicamentoso

Inibidores do Sistema Renina-Angiotensina (ISRA)

  • Considerações:

    • Indicados em DRC com albuminúria A2–A3, com ou sem DM.

    • Preferir maior dose tolerada.

    • Monitorar creatinina e potássio 2–4 semanas após início ou ajuste.

    • Evitar associação IECA + BRA + inibidor direto da renina.

  • Medicamentos:

    • Enalapril (Renitec®) comp. 5 mg, 10 mg ou 20 mg

      • Dose inicial usual: 5 mg/dia.

      • Ajustar conforme PA, albuminúria e tolerância.

      • Dose usual: 10–40 mg/dia em 1–2 tomadas.

      • Monitorar creatinina e potássio após início/ajuste.

    • Losartana (Cozaar®) comp. 25 mg, 50 mg ou 100 mg

      • Dose inicial habitual: 50 mg/dia.

      • Dose máxima usual: 100 mg/dia.

      • Monitorar função renal e potássio.

Inibidores de SGLT2

  • Considerações:

    • Indicados em:

      • DM2 + DRC + TFG ≥ 20 mL/min.

      • DRC com RAC ≥ 200 mg/g e TFG ≥ 20 mL/min.

      • Insuficiência cardíaca associada.

    • Pode-se manter mesmo com queda da TFG abaixo de 20 mL/min, se tolerado.

    • Suspender em:

      • Cirurgias.

      • Jejum prolongado.

      • Doença crítica.

  • Medicamentos:

    • Dapagliflozina (Forxiga®) comp. 10 mg

      • Tomar 1 cp VO 1x/dia.

      • Avaliar risco de hipovolemia e infecção genital.

    • Empagliflozina (Jardiance®) comp. 10 mg ou 25 mg

      • Tomar 10 mg VO 1x/dia.

      • Monitorar função renal e hidratação.

Antagonista Não Esteroidal do Receptor Mineralocorticoide

  • Considerações:

    • Finerenona pode ser considerada em:

      • DM2.

      • TFG > 25 mL/min.

      • Albuminúria persistente apesar de IECA/BRA.

    • Monitorar potássio rigorosamente.

  • Medicamento:

    • Finerenona (Kerendia®) comp. 10 mg ou 20 mg

      • Dose inicial conforme TFG e potássio sérico.

      • Monitorar hipercalemia.

Agonistas GLP-1

  • Considerações:

    • Considerar em DM2 + DRC sem meta glicêmica atingida apesar de metformina e iSGLT2 ou quando estes forem contraindicados.

  • Medicamento:

    • Semaglutida (Ozempic®) sol. inj. 0,25 mg; 0,5 mg; 1 mg

      • Iniciar 0,25 mg SC semanal por 4 semanas.

      • Escalonar conforme tolerância e controle glicêmico.

Acidose Metabólica

  • Considerações:

    • Considerar tratamento se bicarbonato sérico < 18 mmol/L.

    • Monitorar:

      • Hipervolemia.

      • Hipertensão.

      • Hipernatremia.

  • Medicamento:

    • Bicarbonato de sódio comp. 500 mg ou 650 mg

      • Dose ajustada conforme bicarbonato sérico.

      • Monitorar sódio e estado volêmico.

Hipercalemia

  • Ir para Hipercalemia no adulto

  • Manejo individualizado conforme gravidade e contexto clínico.

  • Evitar suspensão desnecessária de IECA/BRA antes de medidas corretivas.

Anemia da DRC

  • Critérios para Reposição de Ferro

    • Iniciar ferro se:

      • Ferritina < 100 ng/mL e saturação de transferrina < 40%.

      • Ou ferritina entre 100–300 ng/mL e saturação de transferrina < 25%.

    • Sulfato ferroso comp. contendo 40 mg de ferro elementar

      • Dose individualizada conforme deficiência de ferro.

      • Reavaliar ferritina e saturação de transferrina periodicamente.

  • Terapia com Eritropoetina

    • Considerar após exclusão de causas reversíveis.

    • Em diálise:

      • Iniciar geralmente se Hb ≤ 9–10 g/dL.

    • Epoetina alfa (Hemax®) sol. inj.

      • Dose individualizada conforme Hb e resposta terapêutica.

Hiperuricemia e Gota

  • Considerações:

    • Tratar hiperuricemia apenas se sintomática.

    • Preferir inibidores da xantina oxidase.

    • Evitar AINE em crises de gota.

  • Medicamentos:

    • Alopurinol (Zyloric®) comp. 100 mg ou 300 mg

      • TFG > 60 mL/minuto: 100 a 300 mg diariamente

      • TFG > 30 a 60 mL/minuto: 50 mg diariamente

      • TFG > 15 a 30 mL/minuto: 50 mg em dias alternados

      • TFG 5 a 15 mL/minuto: 50 mg duas vezes por semana

      • TFG < 5 mL/minuto: 50 mg uma vez por semana

      • Monitorar reações cutâneas e função renal.

    • Colchicina comp. 0,5 mg

      • Tomar 0,3 mg no primeiro dia, seguido de 0,3 mg a cada 3 dias até resolução.

      • Preferir baixas doses em crises agudas.

      • Ajustar em DRC avançada (contraindicado se TFG < 15mL/min)

Distúrbio Mineral Ósseo da DRC (DMO-DRC)

  • Considerações:

    • Monitorar seriado de:

      • Cálcio.

      • Fósforo.

      • PTH.

    • Restringir fósforo dietético em hiperfosfatemia.

    • Calcitriol não deve ser utilizado rotineiramente em DRC não dialítica.

  • Medicamento:

    • Calcitriol cáps. 0,25 mcg

      • Reservar para hiperparatireoidismo secundário grave/progressivo em DRC G4–G5.

      • A dose recomendada normalmente é de 0,25 mcg duas vezes ao dia (os níveis de cálcio e creatinina sérica devem ser determinados periodicamente a cada 4 semanas).

      • O uso de calcitriol pressupõe um controle muito rigoroso da calcemia e da calciúria, pois hipercalcemia pode ocorrer com frequência.

Medicamentos para Redução de Risco Cardiovascular

Controle Lipídico

  • Estatina indicada em:

    • Todos ≥ 50 anos com DRC.

    • Pacientes entre 18–49 anos com alto risco cardiovascular.

  • Medicamentos:

    • Ir para Dislipidemia

    • Sinvastatina (Zocor®) comp. 10 mg, 20 mg ou 40 mg

      • Tomar 1 cp VO à noite.

      • Dose máxima usual: 40 mg/dia.

    • Ezetimiba (Zetia®) comp. 10 mg

      • Pode ser associada à estatina.

Uso de Ácido Acetilsalicílico

  • Recomendado em prevenção secundária cardiovascular em pacientes com DRC e doença cardiovascular estabelecida.

  • Medicamento:

    • Ácido acetilsalicílico (AAS®) comp. 100 mg

      • Tomar 1 cp VO 1x/dia.

Ajuste de Medicamentos e Contraste

  • Medicamentos:

    • Revisar periodicamente prescrições e interações medicamentosas.

    • Ajustar doses conforme TFG.

    • Considerar suspensão temporária de:

      • Metformina.

      • IECA/BRA.

      • iSGLT2.

    • Suspensão geralmente 48–72 horas antes de cirurgias eletivas ou durante doenças agudas.

  • Uso de contraste:

    • Avaliar risco/benefício de contraste iodado individualmente.

    • Em TFG < 30 mL/min, preferir gadolínio grupos II/III, quando necessário.

Critérios de Encaminhamento para Nefrologia

Considerar encaminhamento ambulatorial se:

  • TFG < 30 mL/min/1,73m² (DRC G4–G5).

  • Queda rápida da função renal:

    • Redução sustentada da TFG > 5 mL/min/1,73m²/ano.

    • Ou queda > 25% da TFG basal.

  • Albuminúria importante:

    • RAC > 300 mg/g persistente.

    • Proteinúria > 1 g/dia.

  • Hematúria glomerular persistente, especialmente se associada a:

    • Proteinúria.

    • Queda da TFG.

    • HAS.

  • Hipertensão arterial resistente:

    • PA fora da meta apesar de ≥ 3 anti-hipertensivos em doses adequadas, incluindo diurético.

  • Distúrbios hidroeletrolíticos persistentes/refratários:

    • Hipercalemia recorrente.

    • Acidose metabólica persistente.

  • Suspeita de glomerulopatia:

    • Síndrome nefrótica.

    • Síndrome nefrítica.

    • Proteinúria significativa de início recente.

  • Suspeita de doença renal hereditária:

    • Ex.: doença renal policística.

  • DRC associada a:

    • Doenças sistêmicas complexas.

    • Vasculites.

    • Lúpus eritematoso sistêmico.

    • Gamopatias monoclonais.

  • Anemia da DRC refratária ou necessidade de eritropoetina.

  • Distúrbio mineral ósseo grave:

    • Hiperparatireoidismo secundário importante.

    • Hiperfosfatemia refratária.

  • Necessidade de planejamento de terapia renal substitutiva:

    • Hemodiálise.

    • Diálise peritoneal.

    • Transplante renal.

Situações que podem permanecer na Atenção Primária:

  • DRC G1–G3a estável.

  • Albuminúria discreta e estável.

  • HAS e DM controlados.

  • Sem distúrbios eletrolíticos relevantes.

  • Sem progressão significativa da TFG.

  • Boa resposta às medidas nefroprotetoras.

Referências

[1] BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes Clínicas para o Cuidado ao Paciente com Doença Renal Crônica no Sistema Único de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/. Acesso em: 10 maio 2026.

[2] DUNCAN, Bruce B.; SCHMIDT, Maria Inês; GIUGLIANI, Elsa R. J.; et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2022.

[3] GUSSO, Gustavo; LOPES, José Mauro Ceratti; DIAS, Lêda Chaves. Tratado de Medicina de Família e Comunidade. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019.

[4] KIDNEY DISEASE: IMPROVING GLOBAL OUTCOMES (KDIGO). KDIGO 2024 Clinical Practice Guideline for the Evaluation and Management of Chronic Kidney Disease. Kidney International, 2024. Disponível em: https://kdigo.org/guidelines/ckd-evaluation-and-management/. Acesso em: 10 maio 2026.

[5] KIDNEY DISEASE: IMPROVING GLOBAL OUTCOMES (KDIGO). KDIGO 2024 Clinical Practice Guideline for Diabetes Management in Chronic Kidney Disease. Kidney International, 2024. Disponível em: https://kdigo.org/guidelines/diabetes-ckd/. Acesso em: 10 maio 2026.

[6] KIDNEY DISEASE: IMPROVING GLOBAL OUTCOMES (KDIGO). KDIGO Clinical Practice Guideline for Anemia in Chronic Kidney Disease. Kidney International Supplements, 2025. Disponível em: https://kdigo.org/guidelines/anemia-in-ckd/. Acesso em: 10 maio 2026.

[7] KIDNEY DISEASE: IMPROVING GLOBAL OUTCOMES (KDIGO). KDIGO Clinical Practice Guideline for CKD-MBD Update. Kidney International Supplements, 2017. Disponível em: https://kdigo.org/guidelines/ckd-mbd/. Acesso em: 10 maio 2026.

[8] KIDNEY DISEASE: IMPROVING GLOBAL OUTCOMES (KDIGO). KDIGO Clinical Practice Guideline for Lipid Management in Chronic Kidney Disease. Kidney International Supplements, 2013. Disponível em: https://kdigo.org/guidelines/dyslipidemia/. Acesso em: 10 maio 2026.

[9] NATIONAL KIDNEY FOUNDATION (NKF). KDOQI Clinical Practice Guideline for Nutrition in CKD: 2020 Update. American Journal of Kidney Diseases, 2020. Disponível em: https://www.kidney.org/professionals/guidelines. Acesso em: 10 maio 2026.

[10] SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA (SBC). Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2025. Disponível em: https://www.portal.cardiol.br/. Acesso em: 10 maio 2026.

[11] SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA (SBN). Doença Renal Crônica: diagnóstico e manejo clínico. São Paulo: SBN, 2024. Disponível em: https://www.sbn.org.br/. Acesso em: 10 maio 2026.

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