Tetraciclina
Nomes comerciais:
- Cápsulas orais: Tetraclin® (Laboratório Teuto Brasileiro S/A), Tetramed® (MedQuímica Indústria Farmacêutica Ltda.) [4]
- Pomada oftálmica: Cinatrex® (Cifarma Científica Farmacêutica Ltda.), Ofite Plus® [4]
Apresentações:
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Cápsula dura 500 mg: [2][4]
- Tetraclin®: embalagem com 100 cápsulas
- Tetramed®: embalagem com 100 cápsulas
- Cloridrato de Tetraciclina (genérico): embalagens diversas conforme fabricante
-
Pomada oftálmica: [3][4]
- Cinatrex®: 5 mg/g, bisnaga de 3,5 g
Posologia:
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Adultos:
- Cápsulas orais: [1][2]
- Dose padrão geral: 500 mg a cada 6 horas, ou 500 mg a 1.000 mg a cada 12 horas
- Dose máxima diária: 4.000 mg
- Infecções graves ou sem resposta às doses menores: 500 mg 4 vezes ao dia
- Acne vulgaris (casos moderados a graves): inicialmente 500 mg a 2.000 mg/dia em doses divididas; após melhora (geralmente após 3 semanas), reduzir gradualmente para dose de manutenção de até 1.000 mg/dia; em alguns pacientes, é possível manter a remissão com esquema em dias alternados
- Brucelose: 500 mg a cada 6 horas por 3 semanas, associado à estreptomicina 1.000 mg IM a cada 12 horas na 1ª semana e 1 vez ao dia na 2ª semana
- Gonorreia: 500 mg a cada 6 horas por 7 dias [1] (nota: a bula brasileira indica 5 dias [2]; ver nota clínica na seção Indicações)
- Sífilis com duração inferior a 1 ano: 500 mg a cada 6 horas por 15 dias
- Sífilis com duração superior a 1 ano (exceto neurossífilis): 500 mg a cada 6 horas por 30 dias
- Clamídia (infecções uretrais não complicadas, endocervicite ou infecções retais): 500 mg a cada 6 horas por pelo menos 7 dias
- Infecções estreptocócicas: manter o tratamento por pelo menos 10 dias
- Pomada oftálmica (Cinatrex®): [3]
- Aplicar pequena quantidade no saco conjuntivo inferior (canto interno do olho) a cada 4 a 6 horas, ou a critério médico
- Cápsulas orais: [1][2]
-
Pediátrico (acima de 8 anos):
- Cápsulas orais: 25 a 50 mg/kg/dia (10 a 20 mg/lb/dia), divididos em 4 doses iguais [1]
- Pomada oftálmica: a bula de Cinatrex® indica uso exclusivo para adultos; as fontes consultadas não dispõem de posologia pediátrica específica para a apresentação oftálmica [3]
-
Administração:
- Cápsulas orais devem ser ingeridas com bastante água, a fim de reduzir o risco de irritação e ulceração esofágica [1]
- Evitar o consumo de leite e derivados lácteos nas 1 a 2 horas que antecedem ou sucedem a administração [2]
- Evitar antiácidos, suplementos de cálcio, ferro, salicilato de magnésio, laxantes com magnésio e bicarbonato de sódio nas 1 a 3 horas adjacentes ao uso da cápsula [2]
- As cápsulas não devem ser abertas nem mastigadas [2]
- Pomada oftálmica: evitar contato da abertura do tubo com superfícies externas ou com os olhos, para prevenir contaminação [3]
- Dose esquecida (oral): administrar assim que lembrado, a fim de manter níveis plasmáticos constantes; caso a administração da dose esquecida esteja muito próxima da dose seguinte, pular a dose esquecida e não dobrar a dose subsequente [2]
Ajuste para Insuficiência Renal:
- Adulto: [1][2]
- Reduzir a dose total pela diminuição das doses individuais e/ou pelo prolongamento dos intervalos entre as doses
- Mesmo doses habituais podem levar à acumulação sistêmica excessiva do fármaco e à possível hepatotoxicidade em pacientes com disfunção renal significativa; nesses casos, doses abaixo do habitual estão indicadas e, em tratamentos prolongados, pode ser necessário monitorizar os níveis séricos do fármaco
- A ação antianabólica das tetraciclinas pode elevar os níveis de ureia sérica (BUN); em pacientes com função renal comprometida, isso pode levar a azotemia, hiperfosfatemia e acidose
- As fontes consultadas não fornecem ajustes quantitativos específicos por ClCr (clearance de creatinina)
- Pediátrico:
- As fontes consultadas não dispõem de orientações específicas sobre ajuste posológico em insuficiência renal nesta população
Ajuste para Insuficiência Hepática:
- Adulto:
- As fontes consultadas não dispõem de orientações específicas sobre ajuste de dose em insuficiência hepática; ressalta-se que pacientes com doença renal concomitante têm maior predisposição ao desenvolvimento de hepatotoxicidade associada à tetraciclina [1][2]
- Pediátrico:
- As fontes consultadas não dispõem de orientações específicas sobre este tópico
Classe:
- Antibacteriano de amplo espectro pertencente à classe das tetraciclinas; agente bacteriostático
Farmacologia:
- Mecanismo de ação: [2][3][1]
- Inibe a síntese proteica bacteriana ao se ligar reversivelmente à subunidade ribossômica 30S, bloqueando a ligação do t-RNA (RNA transportador) ao complexo mRNA-ribossomo; não interfere na síntese da parede celular
- Ação bacteriostática nas concentrações terapêuticas habituais
- Espectro de ação: [2][1]
- Bactérias Gram-positivas (aeróbicas e anaeróbicas) e Gram-negativas, protozoários, Mycoplasma sp., Chlamydia, Rickettsia, espiroquetas e Plasmodium falciparum; não atua sobre fungos e leveduras
- Resistência cruzada entre agentes da mesma classe é comum
- Concentração sérica terapêutica: 4 mcg/mL nos microrganismos suscetíveis [2]
- Duração de ação: 6 a 8 horas [2]
- Absorção: cerca de 75% da dose oral é absorvida pelo trato gastrintestinal; a presença de íons de cálcio e outros íons metálicos reduz significativamente a absorção [2]
- Ligação proteica: 65% [2]
- Distribuição: ampla; atinge bile, secreções sinusais, pleurais, ascíticas, sinoviais e gengivais; concentrações no LCR (líquido cefalorraquidiano) correspondem a 10 a 25% das concentrações plasmáticas; no fluido gengival crevicular, as concentrações podem atingir de 3 a 7 vezes a concentração sérica; pode se acumular em ossos, fígado, baço, tumores e dentes; atravessa a barreira placentária e é excretado no leite materno [2]
- Biotransformação: praticamente nula [2]
- Meia-vida: 6 a 11 horas [2]
- Tmax: 1 a 2 horas após dose única oral de 500 mg; concentrações plasmáticas estáveis atingidas após 2 dias de administração regular a cada 6 horas [2]
- Excreção: aproximadamente 70% na forma inalterada por via renal; excreção adicional por vias fecal, biliar e intestinal [2]
- Diálise: remoção lenta por hemodiálise; diálise peritoneal não é efetiva [2]
Tipo de Receita:
- Ambas as apresentações disponíveis no Brasil (oral e oftálmica) requerem receita de antimicrobiano em duas vias, com retenção da 2ª via pela farmácia e validade de 10 dias a partir da data de emissão, conforme RDC ANVISA nº 20/2011 [8]
Indicações:
-
Cápsulas orais: [1][2]
- Acne vulgaris (adjuvante terapêutico)
- Infecções geniturinárias:
- Gonorreia (Neisseria gonorrhoeae): indicação constante em bula [1][2]. Nota clínica: esta indicação não é recomendada nas diretrizes clínicas atuais, em razão da resistência disseminada de N. gonorrhoeae às tetraciclinas. O PCDT para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde (2022) e o CDC STI Treatment Guidelines (2021) excluíram as tetraciclinas do tratamento da gonorreia, sendo a ceftriaxona 500 mg IM em dose única o esquema de primeira escolha atualmente recomendado [6][7]
- Infecções por Chlamydia trachomatis (infecções uretrais não complicadas, endocervicite e infecções retais)
- Granuloma inguinal (Klebsiella granulomatis)
- Linfogranuloma venéreo (Chlamydia sp.)
- Infecções respiratórias: otite média, faringite, pneumonia (incluindo por Mycoplasma pneumoniae) e sinusite causadas por Haemophilus influenzae e Klebsiella sp.; infecções por Streptococcus pneumoniae e Streptococcus pyogenes (vias aéreas superiores e inferiores)
- Infecções de pele e tecidos moles: causadas por S. pyogenes e Staphylococcus aureus (não é o fármaco de primeira escolha em infecções estafilocócicas)
- Rickettsioses: febre maculosa das Montanhas Rochosas, tifo, febre Q, varíola rickettsial
- Brucelose (Brucella sp.): em associação com aminoglicosídeo
- Cólera (Vibrio cholerae)
- Tularemia (Francisella tularensis)
- Peste (Yersinia pestis)
- Febre recorrente (Borrelia sp.)
- Bartonellose (Bartonella bacilliformis)
- Psitacose (Chlamydophila psittaci)
- Cancroide (Haemophilus ducreyi)
- Amebíase intestinal (adjuvante, por Entamoeba histolytica)
- Actinomicose (Actinomyces israelii)
- Antraz (Bacillus anthracis)
- Enterocolites causadas por Shigella sp.
- Sífilis (Treponema pallidum) e framboesia: alternativa quando a penicilina é contraindicada
- Infecções por Campylobacter fetus
- Gengivoestomatite (Fusobacterium fusiforme)
- Listeriose (Listeria monocytogenes), infecções por Clostridium sp. e infecções por Neisseria gonorrhoeae: alternativa quando a penicilina é contraindicada (ver nota clínica acima para gonorreia)
- Infecções causadas por outros Gram-negativos suscetíveis: E. coli, Enterobacter aerogenes, Shigella sp., Acinetobacter sp., Klebsiella sp., Bacteroides sp.
-
Pomada oftálmica (Cinatrex®): [3]
- Tratamento de infecções oftálmicas por microrganismos sensíveis à tetraciclina, micoplasmas, riquetsias, clamídias e megavírus
Contraindicações:
- Hipersensibilidade às tetraciclinas ou a qualquer componente da fórmula [1][2][3]
- Crianças menores de 8 anos: risco de descoloração permanente dos dentes (coloração amarelo-cinza-marrom), hipoplasia do esmalte e comprometimento do crescimento ósseo; exceção: antraz, quando outros fármacos não estiverem disponíveis ou não forem eficazes [1][2]
- Gravidez (ver seção Gestação) [1][2][3]
- Amamentação (ver seção Lactação) [2][3]
Efeitos Adversos:
-
Comuns: [1][2]
- Gastrintestinais: náuseas, vômitos, diarreia, anorexia, desconforto epigástrico, disfagia, enterocolite, glossite, "língua negra peluda" e lesões inflamatórias com supercrescimento de Candida na região anogenital
- Esofagite e ulceração esofágica: ocorrem principalmente quando o paciente deita logo após a ingestão; esse risco é mitigado pela ingestão com volume adequado de água
- Fotossensibilidade: reação de queimadura solar exagerada; ao primeiro sinal de eritema cutâneo, o tratamento deve ser descontinuado
- Infecções oportunistas: candidíase oral, vulvovaginite, prurido anal
- Para a pomada oftálmica (Cinatrex®): prurido, ardência, vermelhidão, conjuntivite alérgica e irritação local [3]
-
Raros/Graves: [1][2]
- Hepatotoxicidade e insuficiência hepática: maior risco em pacientes com função renal comprometida e em gestantes que recebem altas doses
- Hipertensão intracraniana (pseudotumor cerebri): cefaleia, visão borrada, diplopia, perda visual e papiledema; maior risco em mulheres em idade fértil com sobrepeso ou com história prévia da condição; pode persistir semanas após a descontinuação; possibilidade de perda visual permanente [1]
- Erupção fixa por droga: pode evoluir para erupção fixa bolhosa generalizada; interromper ao primeiro sinal de reação cutânea grave [1]
- Descoloração permanente dos dentes e hipoplasia do esmalte: em menores de 8 anos ou durante o desenvolvimento dentário fetal [1][2]
- Retardo do crescimento esquelético: documentado em prematuros que receberam tetraciclina; reversível após descontinuação [1]
- Elevação da ureia sérica (BUN): efeito dose-dependente; de significado clínico relevante em pacientes com função renal comprometida [1]
- Reações hematológicas: anemia hemolítica, trombocitopenia, trombocitopenia purpúrica, neutropenia, eosinofilia [1]
- Reações de hipersensibilidade: urticária, angioedema, anafilaxia, púrpura anafilactoide, pericardite, exacerbação de lúpus eritematoso sistêmico, síndrome semelhante à doença do soro (febre, rash, artralgia) [1]
- Diarreia associada a Clostridioides difficile (CDAD): pode variar de diarreia leve a colite fatal; pode ocorrer até 2 meses após o uso [1]
- Hiperpigmentação tireoideana microscópica com uso prolongado: sem alterações funcionais conhecidas [1]
- Onicólise e descoloração das unhas [1]
- Pancreatite (raramente) [2]
- Colite pseudomembranosa [2]
- Pigmentação da pele e das membranas mucosas [2]
Interações Medicamentosas:
- Antiácidos e quelantes: antiácidos contendo alumínio, cálcio ou magnésio; suplementos de ferro ou zinco; bicarbonato de sódio: formam quelatos estáveis e inabsorvíveis com a tetraciclina, reduzindo significativamente sua absorção; evitar 1 a 3 horas antes ou após a administração [2][1]
- Laticínios e alimentos: reduzem a absorção oral; evitar 1 a 2 horas antes ou após a administração [2][1]
- Anticoncepcionais orais (estrogênio): redução da eficácia contraceptiva relatada nas bulas; recomenda-se método contraceptivo adicional durante o tratamento [2][3]
- Anticoagulantes: varfarina: possível necessidade de redução da dose (tetraciclinas deprimem a atividade da protrombina plasmática) [1]; heparina: inibição parcial do efeito anticoagulante descrita nas bulas [2][3]
- Penicilinas e outros agentes bactericidas: antagonismo clínico (fármaco bacteriostático versus bactericida); evitar a associação [1][2][3]
- Isotretinoína: risco aumentado de hipertensão intracraniana; associação contraindicada [1]
- Colestiramina: pode reduzir significativamente a absorção da tetraciclina, pela formação de complexos inabsorvíveis no trato gastrintestinal; recomenda-se intervalo de pelo menos 1 a 2 horas entre as administrações [2]
- Digoxina: tetraciclina pode elevar os níveis séricos de digoxina [2]
- Metoxifluorano: potencial nefrotóxico aumentado [2][3]
- Cimetidina: pode reduzir a absorção gastrintestinal das tetraciclinas [2]
- Insulina: tetraciclina pode reduzir a necessidade de insulina; monitorar a glicemia [2]
- Barbitúricos, carbamazepina, fenitoína: podem reduzir a meia-vida das tetraciclinas [3]
Gestação:
- ANVISA:
- Oral (Tetramed®): Categoria X — uso contraindicado na gravidez e para mulheres que possam engravidar durante o tratamento; o fármaco atravessa a barreira placentária e pode causar descoloração e hipoplasia do esmalte dentário fetal e inibição do crescimento linear do esqueleto; não recomendado especialmente na segunda metade da gestação [2]
- Oftálmica (Cinatrex®): Categoria C — uso apenas com orientação médica ou do cirurgião-dentista [3]
- FDA:
- Categoria D (oral): contraindicado exceto quando absolutamente necessário; uso na gravidez pode causar descoloração permanente dos dentes e hipoplasia do esmalte no feto, além de retardo do crescimento esquelético; evidências de embriototoxicidade em estudos animais; gestantes com doença renal apresentam maior risco de insuficiência hepática associada ao fármaco; o efeito sobre o trabalho de parto e o parto é desconhecido [1]
- Nota: há divergência entre a categorização brasileira (Categoria X para a forma oral) e a americana (Categoria D). A diferença reflete critérios regulatórios distintos entre os dois países; contudo, ambas as fontes contraindicam ou desaconselham fortemente o uso durante a gestação
Lactação:
- ANVISA:
- Contraindicada em ambas as apresentações (oral e oftálmica); o cloridrato de tetraciclina é excretado no leite materno e pode causar no lactente: descoloração e hipoplasia do esmalte dentário, inibição do crescimento linear do esqueleto, reações de fotossensibilidade e aftas oral e vaginal; o profissional de saúde deve orientar sobre alternativas terapêuticas ou ao aleitamento [2][3]
- FDA:
- Dado o potencial de reações adversas graves em lactentes, a decisão de interromper o aleitamento ou o fármaco deve ser tomada considerando a importância do tratamento para a mãe [1]
Uso por Sonda Nasogástrica/Nasoenteral:
- A bula brasileira do Tetramed® determina explicitamente que as cápsulas não devem ser abertas nem mastigadas [2], o que representa uma restrição técnica formal ao uso por sonda nasogástrica ou nasoenteral
- As bulas consultadas não fornecem orientações específicas sobre a administração por essa via
- Do ponto de vista farmacológico, a tetraciclina apresenta interação clinicamente relevante com cátions divalentes (cálcio, magnésio, ferro) presentes nas dietas enterais industrializadas, com potencial redução significativa da biodisponibilidade; caso o uso por sonda seja cogitado, recomenda-se a suspensão da dieta enteral por pelo menos 1 a 2 horas antes e após a administração [5]
- Em situações em que o uso por sonda for considerado necessário, a consulta à equipe de farmácia clínica é fortemente recomendada; essa prática não é respaldada pelas bulas e deve ser adotada com cautela
Fontes:
[1] U.S. Food & Drug Administration (FDA). FDA Label. Tetracycline Hydrochloride Capsules, USP. Revised: 05/2026. Available at: https://nctr-crs.fda.gov/fdalabel/ui/search
[2] Bula do Profissional de Saúde. Tetramed® (cloridrato de tetraciclina). MedQuímica Indústria Farmacêutica Ltda. Última submissão registrada em 27/03/2026. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/
[3] Bula do Profissional de Saúde. Cinatrex® (cloridrato de tetraciclina). Cifarma Científica Farmacêutica Ltda. Aprovada em 25/06/2025. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/
[4] InfoSUS SC. Tetraciclina, cloridrato. Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina. Disponível em: http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Tetraciclina,_cloridrato
[5] Pillans PI, Page MJ. Pitfalls of administering drugs via nasogastric tubes. S Afr Med J. 2009;99(3). Disponível em: http://www.scielo.org.za/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0256-95742009000300009
[6] Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/ist
[7] Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Sexually Transmitted Infections Treatment Guidelines, 2021. MMWR Recomm Rep. 2021;70(4):1-187. Available at: https://www.cdc.gov/std/treatment-guidelines/default.htm
[8] Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 20, de 5 de maio de 2011. Dispõe sobre o controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2011/rdc0020_05_05_2011.html


