Salbutamol

Nomes comerciais:

  • Aerolin®, Aerodini®, Aero-ifal®, Aerogreen®, Aeromed®, Aerotamol®, Aerotrat®, Bronconal®, Butalab®, Neutoss®, Pulmoflux®, Sabulim®, Salbutam®

Apresentações:

  • Suspensão aerossol para inalação oral (100 mcg/jato-dose), frasco com 200 doses: Aerolin® spray, Aerodini® [3]
  • Solução para nebulização (2,5 mg/2,5 mL), ampolas prontas para uso em embalagens com 20 unidades: Aerolin® Nebules [1]
  • Xarope oral (0,4 mg/mL; equivalente a 2 mg/5 mL), frasco 120 mL com copo-dosador: Aerolin® xarope e formulações genéricas (ex.: Geolab Indústria Farmacêutica S/A) [2]
  • Solução injetável (0,5 mg/mL): Aerolin® injetável; de uso exclusivo hospitalar e ambulatorial, não sendo dispensada diretamente ao paciente nas farmácias [7]

Posologia:

  • Adultos:

    • Aerossol inalatório (pMDI): [3][4]
      • Alívio do broncoespasmo agudo ou crise de asma: 100 a 200 mcg (1 a 2 jatos)
      • Prevenção do broncoespasmo induzido por exercício ou alérgeno: 200 mcg (2 jatos), 15 a 30 minutos antes da atividade ou exposição [3][4]
      • Terapia crônica regular: até 200 mcg (2 jatos) até quatro vezes ao dia; o FDA orienta 2 inalações a cada 4 a 6 horas, podendo em alguns pacientes 1 inalação a cada 4 horas ser suficiente [4]
      • Dose máxima: não exceder quatro administrações ao dia [3]
    • Solução para nebulização (ANVISA): [1]
      • Dose inicial: 2,5 mg (1 ampola); pode-se aumentar para 5 mg por sessão
      • Frequência: até 4 vezes ao dia (administração intermitente)
      • Em adultos com obstrução grave das vias aéreas: doses de até 40 mg/dia, sob supervisão médica rigorosa e em ambiente hospitalar
    • Solução para nebulização (FDA — indicada a partir de 12 anos): [5]
      • 2,5 mg (1 frasco-ampola de 0,5 mL) diluídos para volume total de 3 mL com soro fisiológico 0,9% estéril, 3 a 4 vezes ao dia
    • Xarope oral: [2]
      • Dose habitual: 4 mg (10 mL) 3 a 4 vezes ao dia
      • Em pacientes muito sensíveis a agonistas beta-adrenérgicos, iniciar com 2 mg (5 mL) 3 a 4 vezes ao dia
      • Se a broncodilatação for insuficiente, a dose pode ser gradualmente aumentada para até 8 mg (20 mL) por administração
      • Idosos: iniciar com 2 mg (5 mL) 3 a 4 vezes ao dia
  • Pediátrico:

    • Aerossol inalatório: [3][4]
      • A bula brasileira (Aerodini®) não estabelece limite mínimo de idade; o FDA aprova o uso a partir de 4 anos [4]
      • Alívio do broncoespasmo agudo ou crise de asma: 100 mcg (1 jato); pode-se aumentar para 200 mcg (2 jatos) se necessário [3]
      • Prevenção por exercício ou alérgeno: 100 mcg (1 jato); pode-se aumentar para 200 mcg (2 jatos) se necessário [3]
      • Terapia crônica regular: até 200 mcg (2 jatos) quatro vezes ao dia [3]
    • Solução para nebulização (ANVISA — a partir de 18 meses): [1]
      • Mesma posologia dos adultos: dose inicial de 2,5 mg, podendo aumentar para 5 mg; até 4 vezes ao dia
      • A eficácia clínica abaixo de 18 meses é incerta; se houver risco de hipóxia, considerar oxigenoterapia suplementar
    • Solução para nebulização (FDA — a partir de 12 anos): [5]
      • Mesma posologia dos adultos: 2,5 mg 3 a 4 vezes ao dia, diluídos em soro fisiológico para volume final de 3 mL
    • Xarope oral (a partir de 2 anos): [2]
      • Crianças de 2 a 6 anos: 1 a 2 mg (2,5 a 5 mL) 3 a 4 vezes ao dia
      • Crianças de 6 a 12 anos: 2 mg (5 mL) 3 a 4 vezes ao dia
      • Crianças acima de 12 anos: 2 a 4 mg (5 a 10 mL) 3 a 4 vezes ao dia
  • Administração:

    • Aerossol inalatório: agitar bem antes de cada uso; cebar o inalador antes do primeiro uso ou após período sem utilização (Aerodini®: 5 dias ou mais; FDA: 2 semanas ou mais), disparando 2 a 3 jatos para o ar longe do rosto [3][4]; o uso com espaçador é possível e recomendado para crianças pequenas [3]; aguardar aproximadamente 30 segundos entre jatos consecutivos quando mais de um for necessário [3]; limpar o bocal ao menos uma vez por semana com água morna e deixar secar completamente [3][4]; o efeito terapêutico pode ser prejudicado com baixas temperaturas; não perfurar, incinerar nem expor o frasco a temperaturas elevadas [3]
    • Solução para nebulização (Aerolin® Nebules): pronta para uso, sem necessidade de diluição; caso se deseje prolongar a nebulização além de 10 minutos, dilui-se em solução salina estéril conforme orientação médica [1]; descartar a solução não utilizada ao final de cada sessão [1]; a compatibilidade com outros medicamentos no mesmo nebulizador não foi estabelecida [5]; evitar contato do aerossol com os olhos [1]; administrar em local bem ventilado; quando houver risco de hipóxia por hipoventilação, adicionar oxigênio ao ar inspirado [1]; a liberação pode ser feita via máscara facial, tubo em T ou cânula traqueal [1]
    • Solução para nebulização (FDA 0,5%): diluir 0,5 mL da solução concentrada para volume total de 3 mL com soro fisiológico 0,9% estéril; administrar por nebulização em 5 a 15 minutos [5]
    • Xarope oral: uso exclusivamente oral [2]
    • Dose esquecida: se esquecer de realizar uma inalação, utilizar a dose seguinte no horário previsto, ou antes, caso apresente dispneia. Não duplicar doses [1]

Ajuste para Insuficiência Renal:

  • Adulto:
    • Em estudo com 5 pacientes com ClCr (clearance de creatinina) de 7 a 53 mL/min, a insuficiência renal não afetou a meia-vida do salbutamol, porém houve declínio de 67% no clearance do fármaco. Como a eliminação é predominantemente renal (80% a 100% da dose), o risco de toxicidade pode ser maior em pacientes com função renal comprometida; recomenda-se cautela especialmente ao administrar doses elevadas [4]. As bulas brasileiras consultadas não dispõem de orientações específicas de ajuste posológico nessa população.
  • Pediátrico:
    • As fontes consultadas não dispõem de orientações específicas sobre ajuste posológico nessa população.

Ajuste para Insuficiência Hepática:

  • Adulto:
    • O efeito da insuficiência hepática sobre a farmacocinética do salbutamol não foi formalmente avaliado [4]. As fontes consultadas não dispõem de orientações específicas de ajuste posológico nessa população.
  • Pediátrico:
    • As fontes consultadas não dispõem de orientações específicas sobre ajuste posológico nessa população.

Classe:

  • Beta2-agonista adrenérgico seletivo de curta duração de ação (SABA, do inglês Short-Acting Beta2-Adrenergic Agonist); broncodilatador [1][2][3]

Farmacologia:

  • Mecanismo de ação: [1][3][4]
    • Agonista seletivo dos receptores beta2-adrenérgicos da musculatura lisa brônquica; em doses terapêuticas, apresenta pouca ou quase nenhuma ação sobre os receptores beta1-adrenérgicos cardíacos
    • Ativa a adenilciclase, elevando a concentração intracelular de AMPc (adenosina monofosfato cíclico), que ativa a proteína cinase A, inibe a fosforilação da miosina e reduz o cálcio iônico intracelular, resultando em relaxamento da musculatura lisa de todas as vias aéreas, da traqueia até os bronquíolos terminais
    • Age como antagonista funcional, relaxando a via aérea independentemente do espasmógeno envolvido; também inibe a liberação de mediadores de hipersensibilidade imediata a partir de mastócitos
  • Início de ação:
    • Aerossol inalatório: aproximadamente 3 a 5 minutos [1][3]
    • Xarope oral: aproximadamente 30 minutos [2]
  • Pico de efeito:
    • Aerossol inalatório (pMDI): a bula brasileira (Aerodini®) descreve que a broncodilatação máxima ocorre no período de 5 a 15 minutos após a inalação [3]; o label do FDA, com base em estudos controlados, reporta tempo médio para pico de efeito de 47 minutos em adultos e adolescentes e de 31 minutos em crianças de 4 a 11 anos [4]; há, portanto, divergência entre as fontes para este parâmetro, sendo os dados do FDA provenientes de estudos clínicos mais detalhados e com endpoint definido (aumento de 15% no VEF1)
    • Nebulização: aproximadamente 1 hora após a inalação [5]
    • Xarope oral: 2 a 4 horas [2]
  • Duração de ação: 4 a 6 horas na maioria dos pacientes [1][2][3]
  • Meia-vida plasmática:
    • Via intravenosa: 4 a 6 horas [1][3]
    • Via inalatória em adultos: aproximadamente 6 horas [4]
    • Via inalatória em crianças de 4 a 11 anos: aproximadamente 166 minutos [4]
  • Ligação às proteínas plasmáticas: 10% [1][3]
  • Biodisponibilidade oral: aproximadamente 50%; sofre metabolismo de primeira passagem hepático considerável [2]
  • Distribuição via inalatória: somente 10% a 20% da dose inalada alcança as vias aéreas inferiores; o restante fica retido no dispositivo ou se deposita na orofaringe, sendo deglutido e absorvido pelo trato gastrointestinal [1][3]
  • Metabolismo: convertido ao composto inativo 4'-O-sulfato (sulfato fenólico); a enzima primária envolvida é a SULT1A3 (sulfotransferase); não é metabolizado pelos pulmões [1][3][4]
  • Eliminação: predominantemente renal (80% a 100%), como fármaco inalterado ou como sulfato fenólico; a maior parte da dose é excretada em 72 horas [1][3][4]

Tipo de Receita:

  • Todas as apresentações dispensadas nas farmácias (aerossol inalatório, solução para nebulização e xarope oral): venda sob prescrição médica, receituário simples [1][2][3]
  • A solução injetável é de uso exclusivo hospitalar e ambulatorial, não sendo dispensada diretamente ao paciente nas farmácias [7]

Indicações:

  • Adultos e pediátrico: [1][2][3]
    • Tratamento ou prevenção do broncoespasmo em pacientes com obstrução reversível das vias aéreas: asma brônquica, bronquite crônica e enfisema
    • Tratamento da asma aguda grave (estado de mal asmático) [1]
    • Prevenção do broncoespasmo induzido por exercício ou por exposição a alérgeno [3][4]
    • Tratamento de rotina do broncoespasmo crônico não responsivo à terapia convencional [1]
  • Limites de idade por formulação:
    • Aerossol inalatório (FDA): indicado a partir de 4 anos [4]; a bula brasileira do Aerodini® não estabelece limite mínimo de idade [3]
    • Solução para nebulização (ANVISA): a partir de 18 meses, com eficácia clínica incerta abaixo dessa idade [1]
    • Solução para nebulização (FDA): indicada a partir de 12 anos [5]
    • Xarope oral (ANVISA): a partir de 2 anos [2]

Contraindicações:

  • Hipersensibilidade ao salbutamol ou a qualquer outro componente da formulação [1][2][3][4][5]
  • As formas inalatórias não são indicadas para o controle do trabalho de parto prematuro nem em situações de aborto iminente (embora as vias intravenosa e oral possam ser utilizadas para tocólise não complicada em situações específicas) [1][3]

Efeitos Adversos:

  • Comuns (>1/100, <1/10): [1][3]
    • Tremor
    • Cefaleia
    • Taquicardia
    • Observação: em ensaios clínicos com o aerossol inalatório (adultos e adolescentes), faringite (14%), rinite (5%), tontura (3%) e dor musculoesquelética (3%) também foram relatados com frequência ≥3% [4]
  • Incomuns (>1/1.000, <1/100): [1][3]
    • Palpitações
    • Irritação na boca e na garganta
    • Câimbras musculares
  • Raros (>1/10.000, <1/1.000): [1][3]
    • Hipocalemia potencialmente grave, sobretudo com doses elevadas, uso parenteral ou por nebulização, ou uso concomitante de corticosteroides, xantinas ou diuréticos
    • Vasodilatação periférica
  • Muito raros (<1/10.000): [1][3]
    • Reações de hipersensibilidade: angioedema, urticária, broncoespasmo, hipotensão, desmaio, anafilaxia
    • Acidose láctica (principalmente com altas doses terapêuticas, especialmente em pacientes com doença renal grave)
    • Arritmias cardíacas: fibrilação atrial, taquicardia supraventricular, extrassístoles
    • Broncoespasmo paradoxal (potencialmente fatal; mais frequente ao usar novo frasco ou ampola pela primeira vez) [4]
    • Hiperatividade

Interações Medicamentosas:

  • Beta-bloqueadores não seletivos (ex.: propranolol): não devem ser prescritos concomitantemente; antagonizam os efeitos broncodilatadores do salbutamol e podem precipitar broncoespasmo grave em asmáticos; se indispensável (ex.: profilaxia pós-infarto do miocárdio), optar por beta-bloqueador cardiosseletivo com cautela [1][3][4][5]
  • Diuréticos não poupadores de potássio (de alça ou tiazídicos): podem potencializar a hipocalemia e as alterações eletrocardiográficas associadas ao salbutamol; monitorar os níveis séricos de potássio [1][4][5]
  • Digoxina: doses únicas de salbutamol reduziram os níveis séricos de digoxina em 16% a 22% em voluntários; monitorar os níveis séricos de digoxina em pacientes em uso concomitante [4][5]
  • Inibidores da MAO (IMAOs): o FDA recomenda cautela extrema durante o uso ou até 2 semanas após a suspensão de IMAOs, pelo risco de potencialização dos efeitos cardiovasculares do salbutamol, sugerindo considerar terapia alternativa [4]; as bulas brasileiras informam que o salbutamol não é contraindicado em pacientes em tratamento com IMAOs [1][3]
  • Antidepressivos tricíclicos: o FDA recomenda cautela extrema pelo risco de potencialização dos efeitos cardiovasculares; considerar terapia alternativa, inclusive nas 2 semanas seguintes à suspensão do antidepressivo [4] (não abordado especificamente nas bulas brasileiras consultadas)
  • Xantinas, corticosteroides, diuréticos e hipóxia: o uso concomitante pode potencializar a hipocalemia induzida pelo salbutamol; monitorar o potássio sérico, sobretudo no contexto de asma aguda grave [1][3]
  • Outros simpaticomiméticos (broncodilatadores adrenérgicos inalatórios de curta ação ou adrenalina): não utilizar concomitantemente; risco de efeitos cardiovasculares adversos [4][5]

Gestação:

  • Anvisa:
    • Categoria C de risco na gravidez [1][3]
    • O uso durante a gestação só deve ser realizado se o benefício esperado para a mãe superar o risco potencial para o feto [1][2][3]
    • Foram raros os relatos de anomalias congênitas (fenda palatina, defeitos nos membros) em filhos de pacientes tratadas com salbutamol; não foi estabelecida relação causal, dado o padrão inconsistente de defeitos e a taxa observada de anormalidade congênita de 2% a 3% [1][3]
    • Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica [1][3]
  • FDA:
    • Não existem estudos clínicos randomizados do uso em gestantes [4]
    • Dados de estudos epidemiológicos e relatos pós-comercialização não demonstram, de forma consistente, risco aumentado de malformações congênitas maiores ou aborto espontâneo com o uso inalatório [4]
    • Estudos em animais: fenda palatina em camundongos com doses subcutâneas elevadas; craniosquise em coelhos com doses orais muito altas; em ratos expostos por inalação, não foram observados efeitos teratogênicos [4]
    • Em mulheres com asma mal ou moderadamente controlada, há risco aumentado de pré-eclâmpsia, prematuridade, baixo peso ao nascer e recém-nascido pequeno para a idade gestacional; o tratamento deve ser monitorado e ajustado durante a gravidez [4]
    • O uso durante o trabalho de parto deve ser restrito às situações em que o benefício supere claramente o risco; o salbutamol não é aprovado para o manejo do parto prematuro; reações adversas graves, incluindo edema pulmonar, foram relatadas com o uso de beta-agonistas para tocólise [4]

Lactação:

  • Anvisa:
    • O salbutamol é provavelmente secretado no leite materno; não se recomenda o uso em mulheres que estejam amamentando, a menos que os benefícios esperados prevaleçam sobre os riscos potenciais [1][3]
    • Não está estabelecido que a presença do salbutamol no leite materno cause efeito prejudicial ao neonato [1][3]
  • FDA:
    • Não há dados disponíveis sobre a presença do albuterol no leite humano, sobre os efeitos na criança amamentada nem sobre a produção de leite [4]
    • Os níveis plasmáticos após doses terapêuticas inalatórias são baixos; e, caso presente no leite materno, o albuterol apresenta baixa biodisponibilidade oral [4]
    • Os benefícios do aleitamento materno devem ser ponderados em relação à necessidade clínica da mãe e aos possíveis efeitos adversos na criança [4]

Uso por Sonda Nasogástrica/Nasoenteral:

  • As bulas consultadas (ANVISA e FDA) não dispõem de orientações específicas sobre a administração por sonda nasogástrica ou nasoenteral.
  • Esta via é aplicável somente à apresentação oral líquida (xarope 0,4 mg/mL); as formas inalatórias (aerossol e solução para nebulização) não são adaptadas para esse uso.
  • O xarope de salbutamol pode ser administrado por sonda nasogástrica ou nasoenteral. As orientações práticas recomendadas por referências hospitalares especializadas incluem: lavar a sonda com 20 mL de água antes da administração; diluir a dose em 15 mL de água e administrar imediatamente; lavar a sonda com 20 mL de água após a administração; não misturar com outros medicamentos [8]

Fontes:

[1] Bula do Profissional de Saúde. Aerolin® Nebules (sulfato de salbutamol). GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Aprovada em 18/11/2013. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/

[2] Bula do Profissional de Saúde. Sulfato de Salbutamol (xarope 0,4 mg/mL). Geolab Indústria Farmacêutica S/A. Aprovada em 03/12/2018. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/

[3] Bula do Profissional de Saúde. Aerodini® (sulfato de salbutamol). Laboratório Teuto Brasileiro S/A. Aprovada em 21/01/2026. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/ 

[4] U.S. Food & Drug Administration (FDA). FDA Label. Albuterol Sulfate Inhalation Aerosol (90 mcg/actuation). Revised: 4/2026. Available at: https://nctr-crs.fda.gov/fdalabel/ui/search 

[5] U.S. Food & Drug Administration (FDA). FDA Label. Albuterol Sulfate Inhalation Solution, 0.5% (2.5 mg/0.5 mL). Revised: May 2026. Available at: https://nctr-crs.fda.gov/fdalabel/ui/search 

[7] InfoSUS. Salbutamol, sulfato. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME). Disponível em: http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Salbutamol,_sulfato. Acesso em: maio/2026.

[8] Hospital São Camilo. Guia Farmacêutico: Preparo e Administração de Medicamentos por Via Enteral. Última atualização: janeiro de 2023. Disponível em: https://guiafarmaceutico.hospitalsaocamilosp.org.br/preparoeadministracaodemedicamentos/via-enteral/